terça-feira, 12 de junho de 2012

Pastor Ricardo Gondim se ausenta das redes sociais

Por mais de um motivo, ficarei sem escrever aqui e no tuiter.
Vou me exilar de todas as redes sociais por um tempo.
Mais cedo ou mais tarde chega o tempo em que algum ciclo se fecha.
Como preciso saber discernir a minha hora: chegou um momento decisivo em minha vida.

Não escondo a minha profunda dor.
Fui cuspido, difamado e ridicularizado por quem acreditei ser parceiro.
Meu coração sofreu além da conta.
Noto que me resta pouco tempo de vida -não sei quanto, mas estou consciente de que é pouco.

Em Fortaleza, tive que enfrentar um piquete na porta da igreja que eu considerava a menina dos meus olhos.
Depois, oportunistas se sucederam em me esfaquear. Pessoas baixas se revezaram em colocar o meu nome entre os grande apóstatas da fé. A Betesda em Fortaleza praticamente implodiu. A princípio, sofri. Depois, preocupei-me com amigos, parceiros e discípulos. Eles sofriam as consequências de minhas posições. Embora eu nunca, em tempo algum, tenha vendido a alma ao sucesso, não bastou. As pedradas não cessaram.

Eu podia ser outra pessoa. Estou consciente de meus dons e talentos. Sei que poderia tornar-me famoso e disputado entre os maiorais do movimento evangélico. Mas, não sei explicar, preferi o caminho dos proscritos. E a minha história virou piada; fui arrastado ao charco. Dei uma entrevista à revista Carta Capital (eu daria novamente, sem tirar uma vírgula) e os eventos desandaram. Antigos companheiros passaram a me evitar como um leproso. Reconhecer que homossexuais têm direito era um pecado incontornável. Contudo, prefiro o ódio de fundamentalistas e homofóbicos à falta de paz; quero poder deitar a cabeça no travesseiro com a consciência de que defendi o que é justo.

Eu supus ter amigos entre os envangélicos. Enganei-me. Quando a revista Ultimato me defenestrou como articulista, não contei com cinco amigos que ousassem dar a cara a bater por mim. Nessa hora vi o quanto fui usado. Eu não passava de grife, ornando panfletos de eventos. Saí de casa, deixei meus filhos, esqueci meus pais, dormi em hotéis de quinta categoria, para dar credibilidade a conferências chinfrins. Os amigos, que supunha de caminhada, se calaram. Estavam preocupados com eles mesmos na hora do meu linchamento. Os meus verdadeiros amigos se resumiam aos poucos parceiros que sobraram na Betesda e me deram a mão. Só um punhado se solidarizou quando me viu arrastado na sarjeta. Alguns, para minha profunda decepção, se aproveitaram de vírgulas doutrinárias para jogar ainda mais querosene no fogo brando que fundamentalistas acenderam.

Na verdade, estou exaurido. Agora virou questão de saúde. Como não posso respirar, minimamente, o ar dos evangélicos não serve como terapia. Deixei de acreditar na grande maioria dos líderes, pastores, teólogos e missionários evangélicos. Não confio nos que se dizem pregadores da Boa Notícia do Nazareno; e isso é ruim. Depois de presenciar excrescências éticas, depois de ver-me roubado em direitos autorais, depois de usado e sugado não quero mais a piedade plástica e mentirosa dos que se sentem responsáveis pela salvação do mundo. A subcultura religiosa que me acalentou e me fez um homem bem sucedido agora me traumatiza. E quando a gente perde o respeito, acabam-se os argumentos.

Sinto que chega a hora de começar outro ciclo. Não sei como, mas para que aconteça, meu primeiro passo deve ser o exílio das redes sociais. Quanto tempo fico fora deste site e do tuiter, não sei. Mas, igual aos adolescentes quando querem acabar o namoro, digo: preciso de um tempo.

Resta-me a igreja Betesda, minha comunidade de fé na Avenida Alberto de Zagottis, 1000. Ali é minha cidade de refúgio. Continuarei liderando o pequeno rebanho de homens e mulheres que, apesar de toda a propaganda danosa, ainda se reúne para me ouvir nos domingos. Com eles, e por causa deles, continuo.

Saio das redes sociais por recomendação médica; mas, também, por bom siso: preciso procurar alguma caverna, e lá, trocar de pele.

Soli Deo Gloria

Autor: Ricardo Gondim


Fonte: http://www.ricardogondim.com.br/50anos/recesso-preciso-de-um-tempo/

terça-feira, 5 de junho de 2012

Pastor Samuel Torralbo desabafa chama de "corruptos e vendedores da fé" alguns pregadores da atualidade.


O pastor Samuel Torralbo publicou artigo em que propõe reflexão sobre os pregadores atuais, a quem chama de “vendedores da fé” e os de tempos atrás, e faz comparações com os hábitos e conteúdo dos mesmos.

No artigo “Aumento de Pregadores, Diminuição da Palavra?”, publicado em seu site, Torraibo critica os “pregadores playboys” e afirma que na sua infância, ser pregador em tempo integral era raro, e estes, “normalmente eram referências de homens de muita oração, santidade, piedade, palavra, integridade e compromisso com Deus. Naquela época, ninguém queria ser pregador, porque significava sofrimento, perseguição, contradição, escassez e padecimento pela causa do evangelho”.

Samuel Torraibo entende que essa mudança é recente, e que trouxe um empobrecimento de qualidade em relação às pessoas que se propõe a serem pregadores e que seus testemunhos, são diferentes dos antigos: “a dez anos atrás no meio evangélico (pentecostal) um pregador de sucesso era aquele que orava com disciplina, pregava com verdade, imparcialidade e integridade. Sua vida privada quando descoberta revelava idoneidade, fidelidade, santidade e entrega devocional a Deus. Hoje lamentavelmente o modelo de sucesso para muitos, são pregadores playboys, milionários, com dezenas de carros, retocados com lipoaspiração e plásticas faciais. É triste o cenário”.

O tom da crítica do pastor Torraibo sobe ao citar as divisões de igrejas e o que chama de manipulação da fé, com promoção de campanhas que segundo ele, são “inconcebíveis”: “Em conluio com essa classe de lobos, que ultimamente nem se preocupam tanto em se disfarçarem de ovelhas, encontra-se uma liderança avarenta, materialista e carnal”.

Porém, apesar de suas críticas ao modelo que chama de “corrupto”, o pastor Samuel confessa ter esperança de que o cenário mude e que enxerga jovens ansiosos por conhecer a verdade bíblica: “É verdade que o aumento da comercialização, banalização, e toda sorte de agressão ao verdadeiro evangelho de Cristo é um fato na pós modernidade, mas também é perceptível o aumento principalmente de lideres (jovens) comprometidos com os fundamentos da fé cristã. Espero em breve assistir, a falência dos charlatões da religião, enquanto vejo o povo de Deus clamando como Israel fez no retorno do cativeiro: “Tragam o livro” (Ne 8.1)”.

Confira abaixo a íntegra do artigo do pastor Samuel Torraibo:

Lembro-me, na minha infância, que pregadores do evangelho que viviam em tempo integral para o ministério era uma raridade. Trago em minha memória o que significava receber um pregador desses na igreja em que congregava, normalmente eram referências de homens de muita oração, santidade, piedade, palavra, integridade e compromisso com Deus. Naquela época, ninguém queria ser pregador, porque significava sofrimento, perseguição, contradição, escassez e padecimento pela causa do evangelho. As coisas mudaram drasticamente de alguns anos pra cá. Mudou, porque hoje para muitos, o oficio da pregação se tornou status, meio de vida, glamour, e autopromoção pessoal.

Mudou, porque a dez anos atrás no meio evangélico (pentecostal) um pregador de sucesso era aquele que orava com disciplina, pregava com verdade, imparcialidade e integridade. Sua vida privada quando descoberta revelava idoneidade, fidelidade, santidade e entrega devocional a Deus. Hoje lamentavelmente o modelo de sucesso para muitos, são pregadores playboys, milionários, com dezenas de carros, retocados com lipoaspiração e plásticas faciais. É triste o cenário.

Não é difícil identificar esses “modelitos” ambulantes em muitos púlpitos pelo Brasil, com os mesmos estereótipos, jargões, heresias, lascívia, mentira, visando unicamente o beneficio do seu próprio ventre.

Em conluio com essa classe de lobos, que ultimamente nem se preocupam tanto em se disfarçarem de ovelhas, encontra-se uma liderança avarenta, materialista e carnal. Dividem oferta, negociam o povo, vendem amuletos, promovem campanhas incabíveis, e manipulam o sagrado.

A teologia deles é a do ventre, de modo que, censuram aqueles que estudam a bíblia e possuem uma fé ortodoxa, banalizam os fundamentos hermenêuticos da interpretação bíblica, fazendo do texto sagrado uma formula mágica e mística descontextualizada.

Meu lamento não é maior porque sei que este modelo desafeiçoado e corrupto tem prazo para acabar. Daqui a pouco Jesus entra no templo e expulsa novamente esses cambistas, comerciantes e vendedores da religião. Aos poucos as pessoas vão se cansando e despertando para a realidade e assim discernindo o engano. Minha alegria em contraposição deste cenário é observar uma sutil, mas real e crescente fome por muitos cristãos pela autentica palavra de Deus.

É verdade que o aumento da comercialização, banalização, e toda sorte de agressão ao verdadeiro evangelho de Cristo é um fato na pós modernidade, mas também é perceptível o aumento principalmente de lideres (jovens) comprometidos com os fundamentos da fé crista.

Espero em breve assistir, a falência dos charlatões da religião, enquanto vejo o povo de Deus clamando como Israel fez no retorno do cativeiro: “Tragam o livro” (Ne 8.1)

Acredito que, ainda na minha geração verei um reavivamento no púlpito, onde as escrituras será o modelo desejado por todos. Onde, os televangelistas não serão vendedores de campanhas consagradas, óleos ungidos, livros com mágicas evangélicas, mas pregarão o arrependimento dos pecados, a salvação e a esperança da glória em Cristo. E por fim, o crescimento da igreja e da propagação do evangelho serão sentidos com o crescimento do anúncio das escrituras sagradas.

Oração: Perdoa-nos Senhor, e torna-nos a dar um coração reto e puro, que haja em nós o mesmo sentimento que existiu em Cristo Jesus, a mesma chamada que ardeu em Paulo, e a mesma entrega que existiu nos profetas. Amém.

Fonte: GOSPEL mais
Li no conceituado blog do meu amigo Pastor Elias Rébuli.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Aconselhando um Discípulo em crise

 


 















Diante de Deus eu quero pastorear, quero discipular, crescer a igreja, batizar novos membros, enfim sem precisar aparecer.

RESPOSTA:

Pastoreie com inteligência. Não esqueça: Simplicidade, na voz da maioria, é sinônimo de preguiça. A maioria dos caras que exaltam a simplicidade, não é simples e nem gosta de estudar.
Vou lhe dizer algumas verdades que certamente lhe servirão para o futuro:
1) A gente nunca vai (e pode) ser o que os outros gostariam que a gente fosse.
2) Nossa confiança em Deus não pode ter a porta da tesouraria como seu limite.
3) Eu fui perseguido por um superego que falava ao meu ouvido o tempo todo sobre o que eu deveria fazer. Mas, quanto mais eu estudava, eu me afastava daqueles “bons” conselhos.
4) Você nunca deve ser igual aos medíocres. Seu alvo não é encher igreja (mesmo que o dinheiro exija isso), mas ensinar, discipular, quebrar ídolos javistas (custe o que custar). As igrejas estão cheias deles.
5) Antes eu me comovia com algumas palavras – aqui e ali – para que eu mudasse de estilo. E eu cedi muitas vezes. Hoje, estou mais centrado, confiante na minha chamada profética. De modo que é impossível tomar direção contrária a essa vocação divina.
6) Hoje, para mim, igreja lotada ou igreja vazia (ainda que goste mais da cheia) não surte o mesmo impacto sobre mim. Fiquei curado disso. As propagandas não mais me influenciam.
7) Quero apostar hoje nos meus escritos, pregações e palestras. Deus me chamou para esse mister e fico feliz em fazer a vontade de Deus; mesmo que isso me custe muito, pois importa obedecer a Deus do que aos homens.
8) Você que foi o meu “discípulo” terá o mesmo destino. É uma questão de formação; você será sempre um incurável idealista.
9) Quem discipula deve saber de um segredo: de 100 pessoas que lhe ouvem, apenas 2 ou 3 vão pegar o que você quis passar. Ao final, ainda ficarão confusos. Exemplo: Jesus e os seus discípulos.

Lembre-se:

Quando Jesus recrudesceu o seu sermão, seus próprios discípulos fizeram menção de irem embora com o povo. Quase próximo à crucificação eles ainda não sabiam quem era Jesus: “E vocês o que dizem ser o Filho do Homem?” Outra coisa: A declaração de Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”, segundo Jesus: “Não foi carne (não foi do próprio discernimento de Pedro) nem sangue que to revelou, mas meu Pai que está nos céus”.
A doutrina da satisfação instantânea é o maior desafio para líderes que levam a obra de Deus a sério.

Nunca esqueça:
"Minha ideologia não pode ter por limite a porta da tesouraria da igreja que pastoreio".



Rev. Paulo Cesar Lima

Ένας υπηρέτης του Θεού


Obs.: Será que esse discípulo sou eu?

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Pastor Adeildo Costa sofre infarto e é hospitalizado

O pastor Adeildo Costa ficou conhecido internacionalmente depois de ministrar no congresso de missões dos Gideões Missionários da Última Hora, quando contou o seu testemunho, relatando que aos 14 anos de idade teve que sobreviver nas ruas da cidade de São Paulo, por aceitar a Jesus Cristo,

De acordo com sua assessoria de imprensa, o pastor sofreu recentemente um infarto, e encontra-se hospitalizado. Em boletim sobre a saúde do pastor, os médicos afirmam que ele passará por um procedimento cirúrgico, o ‘Cateterismo Cardíaco’, e que seu estado de saúde é estável.

Adeildo viveu cerca de dois anos e meio nas ruas de São Paulo, depois que ter que abandonar a casa de sua família por ter se convertido ao cristianismo protestante. Em seu testemunho o pastor conta que seu pai chegou a dizer que preferia que ele fosse um bandido a ser “crente”. Ele conta ainda que como vivia nas ruas chegou a sofre humilhação ao tentar entrar em uma igreja e que só não tirou a própria vida na época porque, na porta dessa igreja, ouviu de uma criança que seria um grande pregador da Palavra.

Na terça feira (22) o pastor já se mostrava preocupado com seu estado de saúde. Em seu perfil no Twitter publicou uma série de mensagens falando de sua ida ao hospital: “Agradeço aos amigos que estão orando por minha vida. Meu estado de saúde não é um dos melhores, mais uma vez levado as pressas ao hospital. – Socorrido por minha esposa Ruth.. agora já medicado e irei enfrentar uma baterias de exames. Pressão altissima. 22.11. Sem falar e enxergar. – Agora bem. Não como devia mais o corpo sentiu e ta na hora de parar por um tempo depois voltar com força total. Oreis por mim Brasil”, escreveu Adeildo Costa.

Fonte: Gospel mais



quinta-feira, 17 de maio de 2012

Neymar, Jesus, os crentes e o amor ao mundo




Domingo o Santos se sagrou tri-campeão paulista.

Na comemoração, Neymar um dos principais jogadores da Vila, colocou uma bandana na testa com os dizeres “100% Jesus”.

Pois é, logo depois da comemoração no campo o famoso jogador seguiu em direção a uma conhecida casa de shows. A folia, segundo o UOL, aconteceu em uma boate com lista fechada no centro da cidade de Santos. Segundo relato das convidadas, que costumavam sair para fumar, a festa tinha “dez garotas para cada homem”, a maioria trajando microssaias.

Ué! talvez você esteja perguntando: Neymar não é evangélico? Como é que ele pode professar sua fé em Cristo e ao mesmo tempo ir pra boate curtir a noite com a mulherada?

O pastor da Igreja Batista Peniel, de São Vicente, Newton Glória Lobato afirmou numa entrevista em julho do ano passaque Neymar é dizimista e que se senta nas últimas fileiras da igreja e que tem vergonha de dar o seu testemunho no microfone.

Caro leitor, na minha perspectiva Neymar é o protótipo de boa parte dos evangélicos no Brasil. Na verdade, muitos dos que se autodenominam cristãos pensam que são crentes, sem contudo terem tido a experiência do novo nascimento.

Ora, é impossivel amar ao mesmo tempo Cristo e o mundo. Ou somos de Deus e vivemos pra Deus ou somos do mundo e vivemos pro mundo! O problema é que o evangelho pregado por alguns dos evangélicos, distorce a verdade da Cruz, dizendo pro homem que ele pode seguir a Cristo e ao mesmo tempo curtir os prazeres do mundo.

Prezado amigo, seguir a Jesus implica em mudança de vida, de atitudes e comportamento. Seguir a Jesus é muito mais do que cantar os hits gospel, seguir a Jesus é muito mais do que colocar bandanas na testa, seguir a Jesus significa negar os prazeres do pecado e viver integralmente para Deus.

Lamentavelmente a geração gospel vibra mais com bandanas, shows e salamaleques do que com àquele que por amor a Cristo abandona os prazeres do mundo.

Pense nisso.

Renato Vargens é pastor, conferencista, escritor e tricolor. Curte o futebol, mas sempre joga na defesa (da fé).

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Muçulmanos lançam rede social para concorrer com Facebook


Para atrair muçulmanos e censurar o conteúdo considerado incompatível para os seguidores do Islã, um grupo de empresários resolveu criar uma rede social parecida com o Facebook que deve ser lançada em julho.

Chamada de “Salam World” a rede social vai impedir que conteúdos com pornografia, anúncios de bebidas alcoólicas e outros assuntos proibidos para os muçulmanos sejam compartilhado.

O conselho executivo desse site é formado por representantes de 17 países muçulmanos, mas o conceito é baseado na Turquia. Junta-se a eles outros especialistas de 12 países que ajudam com ideias sobre como o site pode se tornar ideal para os jovens muçulmanos.

Pelos estudos feitos por esses executivos deu para perceber que, por exemplo, na Malásia o Salam World poderá fazer muito sucesso, pois mesmo tendo uma sociedade muito conservadora o país tem muitos jovens.

Os objetivos dessa rede social são ambiciosos, eles acreditam quem em três meses terão 50 milhões de usuários e assim poderão concorrer com o Facebook e com o Twitter, que são sites de relacionamentos já popularizados, mas que não possuem nenhum tipo de censura.


Com informações UOL


 

CULTO DE INAUGURAÇÃO DA ADBA (09/09/2023)

  No último dia 09 de setembro a ASSEMBLEIA DE DEUS BÁLSAMO E AVIVAMENTO , celebrou ao Senhor por esta grande vitória: a aquisição de um esp...