sexta-feira, 7 de outubro de 2022

A GRAÇA DE OFERTAR

 


Nós aprendemos desde cedo que a graça é favor imerecido. É algo que está para além das posses de nossas virtudes. Justamente por essa razão a graça é de graça.

No entanto, na nossa ideia do que seja graça, enquadram-se apenas as felizes e carismáticas manifestações das bênçãos de Deus sobre nós (Ef. 1:3). Nunca pensamos em graça como privilégio de sofrer.

Além da graça de sofrer, há ainda uma outra graça indesejável, aliás, bem poucos a vêm como graça, como privilégio, como favor imerecido. Trata-se da graça de contribuir.

Percebe-se a contribuição como graça, mais do que qualquer outra ocasião, quando Paulo faz conhecer a igreja de Corinto a atitude generosa e pródiga de amor que permeara o gesto da igreja da Macedônia, quando se solidarizou com a comunidade cristã da Judéia – que passava um gravíssimo período de pobreza e fome – enviando-lhe ainda que sem condições ideais para tal oferta de amor.

Os irmãos da Macedônia não se sentiam dignos de contribuir, de participar da obra de Deus. Por isso, pediam que essa possibilidade lhes fosse criada, ainda que numa expressão de graça, de favor imerecido.

Paulo diz aos coríntios: “Também irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus, concedida as igrejas da Macedônia; por que no meio de muita prova e tribulação manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade” (II Cor. 8:1 e 2).

O apóstolo prossegue dizendo que era tão grande a consciência que tomava os irmãos macedônios de que contribuir era um favor imerecido, que eles suplicaram com “muitos rogos a graça de participarem da assistência aos santos” (II Co 8:4).

Aliás, nada se podia esperar de uma igreja que se julgava madura como a de Corinto – crendo que estava superabundando em fé, teologia, sabedoria e serviço social – senão algo, no mínimo, semelhante à consciência dos irmãos macedônios. Por essa razão Paulo lhes diz: “Assim também abundeis nesta graça” (II Cor. 8:7). De fato, o que se define de modo irrefutável neste princípio do apóstolo à questão da contribuição, é que ofertar para a obra do Senhor é um favor que nenhum de nós merece. É graça.

Soli Deo Gloria

Pastor Flavio Constantino


terça-feira, 4 de outubro de 2022

SÉRIE: ESTUDO NA EPÍSTOLA DE TIAGO - TEMA: "COMO TRANSFORMAR PROVAÇÕES EM TRIUNFOS."


 

O QUE É UM DISCÍPULO?


 

Segundo o dicionário da língua portuguesa: define discípulo como “aquele que estuda; aprendiz; aluno receptivo a ensinamentos; seguidor disposto a dar prosseguimento ao trabalho (de seu mestre); seguidor convicto de uma ideia, uma virtude, um ideal etc.”

 

Para Jesus discípulo era a sua palavra favorita para aqueles cujas vidas estavam ligadas intimamente com a DELE. A palavra grega traduzida como discípulo “mathetes”, é usada 269 vezes nos Evangelhos e em Atos, e significa, literalmente: pessoa ensinada, treinada ou aperfeiçoada.

 

Se você pretende ser leal a alguém, você deve estar seguro a seu respeito. Do contrário, é pura hipocrisia, discurso vazio e balela.

TRANSFORMAÇÃO EXIGE DECISÃO.