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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
As Pedras começam a Clamar no Complexo do Alemão

Coordenador do AfroReggae negocia rendições no Complexo do Alemão
Rio - O coordenador do AfroReggae, José Junior, afirmou na tarde deste sábado, através do Twitter, que alguns traficantes já começam a negociar sua rendição espontaneamente. José Junior chegou ao Complexo do Alemão, na Penha, Zona Norte, no final da manhã deste sábado, e ficou parado por alguns minutos ao pé da ladeira da Alvorada falando ao telefone. Em seguida, ele subiu a comunidade, passando pelas barricadas da polícia e dizendo que foi "tentar resolver a parada". Ele teria ido à comunidade tentar negociar a rendição dos traficantes.
José Junior chegou a descer rapidamente, deu a volta e retornou à comunidade por outro acesso. Ele afirmou que dentro de algumas horas voltará para falar como foi a conversa.
Fonte: www.odia.com.br
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
UPP na Vila Cruzeiro: Realidade ou Factóide ?

O Rio inteiro acompanhou ontem (quinta) ao vivo pela televisão, a transmissão da batalha da Vila Cruzeiro. No meio do RJ TV, 1ª edição, várias vezes foi repetido: “A secretaria de Segurança Pública acaba de anunciar que a próxima UPP será na Vila Cruzeiro”.
À noite, o subsecretário de Beltrame, Edval Novaes foi escalado para pagar o mico, no lugar do chefe. A polícia não tem efetivo para uma UPP na Vila Cruzeiro.
Qualquer um sabe que uma UPP na Vila Cruzeiro terá que ter um efetivo superior ao da maioria dos batalhões. Pelo menos 1.000 homens. No caso do Complexo do Alemão policiais estimam que uma UPP necessitaria de 2.000 homens.
Podem reparar que os jornais de hoje, nem falam mais de UPP na Vila Cruzeiro. Pelo jeito foi mais um factóide.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Denúncia Exclusiva: Guerra do Tráfico é reação ao apoio do Governador Cabral às milícias

Mais uma vez o governador Sérgio Cabral e seu secretário José Mariano Beltrame montaram uma “operação abafa” para esconder da população o que está motivando essa onda assustadora de ataques por todo o Grande Rio. E o pior a imprensa aceitou mais uma vez fazer parte da farsa.
Os ataques do tráfico não estão reagindo à UPPs, como dizem Cabral e Beltrame. O tráfico está desafiando as autoridades numa reação ao avanço das milícias com o apoio do governo Cabral. Vocês vão ficar estarrecidos com o que vou contar agora.
Nestas últimas horas tenho conversado com vários delegados e oficiais da PM e tomei conhecimento da verdade, que está sendo escondida do povo. Analisem algumas situações e vejam a lógica.
O Comando Vermelho se uniu ao Terceiro Comando para conter o avanço das milícias. Nem tem a menor lógica, vários meses depois da instalação das UPPs, só agora os bandidos reagirem. Primeiro continuam faturando com a venda de drogas, segundo, e principal, as comunidades onde foram instaladas UPPs não representavam nem 2% do faturamento das duas facções. Todo mundo sabe que a maior parte do faturamento do tráfico vem do Complexo da Maré, do Complexo do Alemão e da Penha, do Jacarezinho, da Rocinha, além das comunidades da Zona Oeste, onde o tráfico continua a todo o vapor.
Outro fato que contraria a lógica é a transferência de bandidos para presídios federais fora do estado. Se dizem que a ordem veio justamente de lá, mandar mais 8 para Rondônia ou Paraná resolveria o que? O detalhe é observando a lista dos “chefões” presos fora do Rio vocês não vão encontrar um preso no governo Cabral. Todos foram presos no governo de Rosinha ou no meu governo. Podem conferir. No governo Cabral não foi preso um único “chefe” do tráfico.
E onde entram as milícias? Um levantamento feito em 2007 apontava que 10% das comunidades do Rio de Janeiro eram dominadas pelas milícias. Reportagem de O Globo, publicada agora no dia 6 de novembro mostra que das 250 maiores comunidades do Rio, portanto as mais lucrativas, 105 são dominadas pelas milícias, 55 pelo Comando Vermelho, 35 pelo Terceiro Comando e 31 pela ADA. Hoje as milícias, somando as mais de mil comunidades da cidade do Rio, segundo a polícia já dominam 40%.
Cabral e Beltrame, no início do governo acham que as milíciassão um mal menor. Por isso a polícia investiu contra traficantes para limpar algumas áreas e permitir a entrada das milícias. Foi um erro estratégico que está saindo muito caro. Uma estupidez. Reparem que a única milícia que Cabral combateu foi a “Liga da Justiça” de Natalino e Jerominho, mas era por motivos políticos.
Os policiais com quem conversei confirmam que o setor de Inteligência tem os informes de que a ordem do tráfico é continuar a onda de ataques e foram interceptadas comunicações que mostram que a ação é contras as milícias. O tráfico está mandando um recado a Cabral e Beltrame contra o avanço das milícias. Essa é a verdade que está sendo escondida da população a sete chaves, com a conivência da mídia.
A onda de arrastões começou há dois meses, os ataques incendiando carros e ônibus só tiveram início do fim-de-semana para cá. Traficantes receberam informações, que a polícia estava se preparando para depois de passarem as eleições, investir contra as quadrilhas de algumas comunidades permitindo a entrada das milícias. O tráfico resolveu se antecipar e retaliar o governo e dar o recado de que não vai deixar barato. Podem se preparar que a coisa é muito séria.
Parem de enganar as pessoas e de querer usar uma guerra que está aterrorizando toda a população, para insistir na farsa da propaganda da “pacificação”. O que estamos assistindo é assustador. Ainda mais por se saber que foi deflagrada no Rio mais uma guerra sangrenta. O tráfico está dando retaliando o governo pelo apoio que vem dando às milícias e avisando que vai enfrentar os milicianos. Essa é a verdade. O resto é cortina de fumaça pra esconder o desastre da política de segurança de Cabral, que facilitou a vida das milícias e agora colhe os frutos da sua irresponsabilidade.
Em tempo: Para tentar dar veracidade à versão da reação às UPPs chegaram ao ridículo de mostrar um bilhete, que segundo a mídia "foi deixado no ônibus incendiado em Vicente de Carvalho", onde tinha uma frase atacando as UPPs. Agora me expliquem como um ônibus é devorado pelas chamas, mas o "papelzinho" nem foi chamuscado? Me poupem!
Autor: Antony Garotinho
A Finalidade das Parábolas de Jesus
Todas as parábolas de Jesus, sobretudo as que têm história, sem exceção, têm a finalidade de confrontar os homens, mesmo os mais religiosos, com respeito às suas atitudes despercebidas de frieza, dureza e insensibilidade para com Deus, a justiça, a misericórdia, a solidariedade, além de alertar os que, endurecidos e congelados pela religião superestimada, vivem pensando que estão seguros, pelo fato de se acharem predestinados. Isto é uma auto-ilusão criada pela religião.
O que é absolutamente inquietante nas parábolas de Jesus é a revelação que elas nos fazem acerca de uma das verdades mais duras do Novo Testamento: a real possibilidade de se viver a vida cristã pensando estar dentro do Reino de Deus, mas estando fora, como o fariseu hipócrita - a personagem mais estúpida do primeiro século, que, pelo fato de ser um seguidor rígido da Lei e de todos os manuais de conduta existentes, e por viver vida declaradamente separada, achava-se plenamente aceito por Deus, não se dando conta de que as suas práticas mais concorridas apenas faziam com que se agravasse mais o seu estado de penúria espiritual diante de Deus.
Uma outra finalidade das parábolas de Jesus é denunciar atitudes erradas dos que vivem espiritualidade verticalista e a-histórica. Mais de 90% das parábolas de Jesus foram dirigidas aos fariseus hipócritas, que representavam os religiosos da época. Mas o que é extremamente irônico nisso tudo é que hoje nós correspondemos aos que, no Novo Testamento, eram chamados de "filhos do reino", de sorte que, nem por um instante, devemos imaginar que somos melhores do que eles foram. Com efeito, quando lermos as parábolas de Jesus, devemos sempre ter em mente que elas hoje estão falando para nós. Por isso devemos levar mais a sério as palavras de Jesus proferidas no sermão do monte: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus" (Mt 7.21). Isto por uma razão bastante simples: ninguém está tão inseguro em relação à salvação quanto os que se acham seguros da sua conduta.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Como o Reino de Deus se aproxima

Jesus anuncia que o Reino de Deus, este reino que todos esperaram, está às portas. O mundo presente de miséria chega a seu fim. Esta irrupção é o definitivo “sim” de Deus à história.
Ao contrário de João Batista, portanto, Jesus prega o Reino de Deus como boa noticia. Deus rompe sua simetria de estar ao mesmo tempo distante e próximo, de ser justiceiro e misericordioso, e se aproxima em graça. Mas isto, naturalmente, ainda não nos dá nenhuma noticia do que será o Reino de Deus em si mesmo quando este acontecer em plenitude, quando realmente o mundo presente chegar a se fim. E isto, pela simples razão de que não chegou, como o próprio Jesus reconhece na frase de Marcos 13.32. A discussão aqui versa sobre dois pontos: a) se com Jesus já chegou definitivamente o Reino, ou não chegou em absoluto, ou- na famosa solução de O. Cullmann – já chegou, mas ainda não. Trata-se, portanto, do caráter temporal do reino. O outro ponto em discussão versa sobre; b) se o Reino de Deus é pura obra de Deus para Jesus ou ação do homem. Trata-se, portanto, do caráter gratuito do Reino.
À luz do Novo Testamento, fica a impressão de que Jesus pensou na próxima vinda do Reino, provavelmente durante a sua vida ou no final dela. O Reino, pois, não estava totalmente presente com sua primeira vinda; e, contudo, pregou para o presente algo já último. Também Jesus concebe o Reino como dom de Deus; e, contudo, agiu de uma forma determinada durante sua vida. Isto nos leva a afirmar que, a partir da vida real de Jesus, presente e futuro, dom divino e tarefa humana reconciliam-se. E deste ponto de vista, o que Jesus oferece como escatológico e último é viver na proximidade do Reino de Deus. Ou seja: o que há de liberdade nele, o que há de histórico e de transcendente, são todas perguntas que encontram uma resposta na medida em que se aceita o chamamento de Jesus: “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Mt 8.34). Isto porque o seguimento de Jesus é o lugar de toda epistemologia teológica – cristã, e por isso é também o lugar de compreender a escatologia. A tensão pensada entre dom de Deus e tarefa humana dissolve-se a partir do seguimento de Jesus. Pois a graça é experimentada não só como os novos ouvidos para ouvir a boa nova, mas também e além disso como plenitude da graça – como mãos novas para fazer uma história próxima do Reino. A tensão pensada entre presente e futuro do Reino é experimentada como esperança que não morre. Na práxis do amor e da justiça sabe-se que o Reino se aproxima, se faz presente; e na práxis conflitiva no meio do pecado do mundo, mantém-se a esperança no futuro de Deus.
O que o seguimento de Jesus permite é, então, viver uma realidade, tornar realidade um Reino que se aproxima, a partir do qual, ao menos com esperança, adquire sentido uma realidade última. Que no final “Deus seja tudo em todos” (1C0 16.28) só podemos formulá-lo a partir do trabalho sério e humilde, para que no presente Deus esteja um pouco no nosso mundo.
Isto nos parece importante para que a igreja questione hoje sua relação com o Reino de Deus. Não basta repetir rotineiramente – embora já se seja pouco estar convencido disto – que a igreja não é o Reino de Deus, mas sua servidora; que nesta tarefa a igreja não deve caminhar sozinha, mas aprender de todos os homens de boa vontade que objetivamente também servem a proximidade do Reino, e até se adiantaram a nós.
O que a igreja deve fazer positivamente é colocar-se naquele lugar a partir do qual se ilumine sua tarefa concreta a realizar numa determinada época: o seguimento de Jesus. E a partir daí aprender a valorizar sua missão; sem apelar apressadamente para a apocalíptica, isto é, a plenitude não sabida, ignorando e menosprezando o presente histórico; e seguindo antes o caminho profético de Jesus.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Homem com meia cabeça é preso nos Estados Unidos
Filadelfia (Estados Unidos) - Carlos Rodriguez, de 25 anos, foi preso na última semana pela polícia da Flórida, nos Estados Unidos, por posse de drogas, solicitação de prostituição e arrombamento de residência com intenção de roubo.
O problema de Carlos, no entanto, é que a parte da frente de sua cabeça é achatada. Assim, parece que o homem tem apenas "meia" cabeça.
Ninguém sabe o motivo do achatamento da cabeça e nem como Carlos conseguiu sobreviver até hoje.
Fonte: www.odia.com.br
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