sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Marquito, do Ratinho, diz que profecia se cumpriu na sua vida


Fiel da IMPD, humorista afirma que Deus avisou que ele seria vereador.

Marquito, o comediante que ficou famoso por ser assistente de palco do apresentador Ratinho é fiel da Igreja Mundial, do apóstolo Valdemiro Santiago. Ele concorreu a vereador pelo PTB, e mesmo fazendo 22.198 votos, não foi eleito. Porém, sendo homem de fé, ele declarou ao portal UOL em outubro “Foi muita adrenalina essa apuração. Confiei que ia conseguir os votos até o último momento. Mas Deus já me disse que vou ser vereador. E vou ser”.

Menos de dois meses depois, veio a confirmação de que a palavra do Senhor se cumpriria na vida dele.

Ele ficou como primeiro suplente de sua chapa. Celso Jatene, do PTB, foi convidado para assumir a Secretaria de Esportes no governo de Fernando Haddad (PT), com isso ele vai assumir sua vaga na Câmara Municipal de São Paulo em 2013.

O agora vereador Marco Antonio Ricciardelli foi convencido pelo deputado estadual Campos Machado a se filiar ao PTB. Durante sua campanha, utilizou três motos com bonecos com sua caricatura em carreatas e caminhadas pela cidade. “Esquisito por esquisito, vote no Marquito” era seu slogan.

Chamou atenção pelas suas aparições no horário eleitoral na TV, imitando um office-boy acidentado e um aposentado. O apresentador Ratinho cedeu sua imagem em uma delas para mostrar seu apoio ao colega.
Ele conta que esperava “uns 200 mil votos” e reclama que “muita gente não votou em mim para que eu continuasse na televisão”. O humorista ainda não divulgou quais serão suas propostas como vereador.

Com informações UOL e Terra.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Ator de “Two and a Half Men” se converte e faz campanha contra série




Angus T. Jones, o jovem Jake do seriado “Dois homens e meio” [Two and a Half Men] se converteu a Cristo e agora critica sua vida passada, incluindo seu papel na famosa série de TV.

Jones nasceu em Austin, Texas, e narra ao longo de 30 minutos um testemunho disponível no site da Igreja Forerunner. Ele começou a ser ator aos 4 anos. Aos 9, foi convidado para estrelar ao lado de Charlie Sheen e Jon Cryer o seriado “Dois Homens e meio”, que se tornou um sucesso mundial.

Dez anos depois, ele recomenda que as pessoas parem de assistir a série. “Se você assiste ‘Two and a Half Men’, por favor, pare de assistir e encher a sua cabeça com sujeira. As pessoas dizem que é só entretenimento. Faça uma pesquisa sobre os efeitos da televisão no seu cérebro e eu tenho certeza que você terá que tomar uma decisão quanto ao que você assiste…”

A declaração surpreendente vem de quem hoje é uma das estrelas jovens mais bem pagas de Hollywood, recebendo 300 mil dólares por episódio (aproximadamente R$ 600 mil). Apesar de ser obrigado pelo contrato a fazer parte do elenco, ele diz não queria estar na atração.

No vídeo ele declara ainda que sua vida pessoal não estava nada bem e estava se envolvendo com drogas como maconha e ‘ácido’. Ele conta como foi seu encontro com Cristo e lamentou a influência mundana de entretenimento.

“Eu estava vivendo para mim… era uma celebridade estereotipada”, conta. No entanto, um incidente em dezembro de 2011, durante uma conversa com um amigo cristão, ele diz que percebeu que “Deus é a razão para tudo isso.”

Depois de procurar por igrejas, ele hoje faz parte de uma congregação da Adventista do Sétimo Dia.

Anuncia ainda que sua interpretação de Jake Harper tornou-se um peso espiritual e ele alerta. “Não há como brincar quando se trata da eternidade”, acrescentou. “O nome do jogo agora é compromisso… De acordo com a Bíblia, quando isso acontece, nós devemos estar ao lado da verdade. Um pouco de fermento leveda toda a massa”, enfatiza Jones, citando Gálatas 5:9, que é um alerta contra falsos ensinamentos.

“Você não pode ser uma pessoa temente ao Deus verdadeiro e estar em um programa de televisão assim. Eu sei que não posso…. É tudo ou nada”, disse ele.
 
O jovem Jones não anunciou quando termina seu contrato, que deveria durar ainda mais uma temporada. A Warner Bros, que produz o sitcom, não comentou o caso.

Desde setembro do ano passado, a série, uma das mais vistas da televisão americana, conta com Ashton Kutcher como estrela do elenco, que ainda conta com Jon Cryer no papel do problemático Alan, pai de Jake.

Traduzido de The Christian Post.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

“O que eu dei foi oração”, diz mãe do ministro Joaquim Barbosa


Em declaração para a imprensa, Benedita Gomes da Silva, mãe do ministro Joaquim Barbosa, comentou que a única coisa que deu ao filho foi oração e que ele conseguiu chegar à presidência do Supremo Tribunal Federal por conta própria.

“O que eu dei foi oração, ele lutou por conta própria”, disse ela que é evangélica da Assembleia de Deus. Ao lado de parentes e artistas, o ministro Joaquim Barbosa tomou posse do novo cargo nesta quinta-feira (22).

Nascido na cidade de Paracatu, Minas Gerais, em 1954 o ministro se esforçou para conquistar seus sonhos, aos 16 anos ele se mudou para Brasília para morar com uma tia e cursar o ensino médio.

Foi nessa época que ele conseguiu trabalho como compositor gráfico do Senado e mais tarde como oficial do Ministério das Relações Exteriores.

Formado em Direito pela Universidade de Brasília, Joaquim Barbosa é casado com Marileuza Francisco de Andrade com que tem um filho, Felipe, nascido em 1982.

Sempre seguindo carreira pública, Barbosa foi nomeado pelo então presidente Lula em 2003 para o STF. Apenas em 2008 ele conseguiu se tornar ministro efetivo e também vice-presidente da mais alta corte do Brasil.

A posse de Joaquim Barbosa se tornou histórica por ele ser o primeiro homem negro a presidir do Supremo Tribunal Federal.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/mae-posse-joaquim-barbosa/
 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Avivamento do século XX


Sempre ouvi histórias sobre o avivamento mundial, as ondas e o mover que aconteceram durante a história da igreja, vieram e varreram o pecado, espalharam o Espírito Santo e o evangelho por um certo tempo e depois desapareceram. Mas porque isto?  Será porque serviram apenas ao propósito naquela geração e ponto? Digo isto, pois achei algo interessante nos três maiores avivamentos do Século XX, vejamos:

O avivamento de Gales:
Deus levantou um jovem das minas de carvão para tocar fogo em seu país!
 Foi um dos mais impressionantes moveres de Deus de todos os tempos, em nove meses de avivamento, o país inteiro foi transformado, mas de cem mil pessoas aceitaram a Cristo, tudo começou em 1904, quando Evan Roberts, um jovem de 26 anos orava apenas para que Deus o enchesse do Espírito e enviasse um reavivamento sobre o seu país.

Os efeitos do avivamento foi tão forte e impactante, que a presença de Deus se espalhava de uma tal forma que em muito casos, os fregueses entravam nas tavernas, pediam bebidas e depois davam meia volta e saíam, deixando-as intocadas no balcão, o sentimento da presença de Deus praticamente paralisava o braço que ia levar o copo à boca.

Infelizmente, Evan, o "catalisador principal" do avivamento, não cuidou da sua própria saúde, tirando um tempo necessário para descansar. Ele começou a se sentir fisicamente exausto, vindo a finalmente ter um colapso, e em abril de 1906 retirou-se para a casa do Sr e Sra Penn-lewis na Inglaterra. Evan nunca mais exerceu o seu ministério avivalista, e sem a sua liderança, o avivamento logo se apagou. Rick Joyner, no seu livro "O Mundo em Chamas", fala sobre o papel do casal na vida de Evan:

"Parece provável que Jesse Penn-lewis tenha exercido uma parte significativa em levar o grande Avivamento do País de Gales a um fim prematuro, embora ela tivesse a melhor das intenções. Os relatos foram de que ela convenceu Evan Roberts a retirar-se do avivamento, porque achava que ele estava recebendo muita atenção, a qual deveria ser apenas para o Senhor..."

O avivamento liderado por Evan Roberts deixou um aproveitamento de 80% dos convertidos.

O Avivamento da Flórida
Em 1995 o Pastor Kirkpatrick, da Assembléia de Deus em Brownsville na Flórida EUA, convitou o Evangelista Steve Hill para pregar na igreja, este reuniu a congregação e fez um convite para renovação espiritual de seus membros, começou aí um grande mover de Deus. Ken Griffin, um membro da igreja na época e hoje um dos seus líderes relembra: "Assim que ele começou a orar pelas pessoas, todo tipo de coisa começou a acontecer... Algumas pessoas  caíram no espírito, outras foram curadas e o culto que começou de manhã foi terminar depois das 4 horas da tarde".

A notícia rapidamente se espalhou que pessoas estavam sendo milagrosamente curadas e houve muitos convertidos. Logo, os cultos de avivamento ocorriam quatro ou cinco noites por semana. As pessoas precisavam esperar em longas filas para entrar na igreja localizada em um dos bairros mais pobres de Pensacola, pequena cidade do norte da Flórida.

Durante vários anos depois daquela noite, milhões de visitantes de todo o mundo foram até a pequena igreja para testemunhar o maior reavivamento pentecostal moderno. A cada noite, multiplicavam-se os testemunhos de curas de doenças como câncer. Calcula-se que, no seu auge, a Assembléia de Deus de Brownsville atraia cerca de 5.500 pessoas por noite durante seis anos. Isso totaliza de 3 a 4,5 milhões de pessoas.

Soube de um pastor que já estive lá que no raio de 90km da cidade era possível sentir a presença de Deus, um trajeto que demorava cerca de 4 horas, ele demorava aproximadamente 9 horas, pois dirigia o seu carro e parava pra chorar, dirigia novamente, mas tinha que para no acostamento para continuar chorando de tão intenso mover de Deus.

Quase uma década depois do auge do avivamento, a igreja pede socorro, com mais de 11,5 milhões de dólares em dívidas, está vazia, com apenas 800 membros os seus pastores pedem ajuda financeira às quase 7 milhões de pessoas que foram abençoadas espiritualmente lá durante todo este tempo.

Ao ouvir do avivamento de Gales, o mundo inteiro começou a buscar também a manifestação do Espírito, há relatos de um intenso avivamento na Coreia, mas foi nos Estados Unidos que o avivamento tomou rumo e proporções diferentes.

Liderados por William Joseph Seymour, um pregador afro-americano, teve início com uma reunião em 14 de novembro de 1906 em um prédio que fora da Igreja Metodista Episcopal Africana e continuou até meados de 1915. O avivamento foi caracterizado por experiências de êxtase espiritual acompanhadas por falar em línguas estranhas, cultos de adoração, e mistura interracial. Os participantes foram criticados pela mídia secular e teólogos cristãos por considerarem o comportamento escandaloso e pouco ortodoxo, especialmente para a época. Hoje, o avivamento é considerado pelos historiadores como principal 
catalisador para a propagação do pentecostalismo no século XX.

A grande diferença entre os avivamentos de Gales, Flórida e Nova Iorque é que os dois primeiros não teve o seu foco correto, o de Gales teve seu referencial em Evan Roberts, e quando este desapareceu o mover também se foi, o da Flórida por sua vez, fez um mega investimento em estrutura para receber o povo, porém não houve discipulado e um ensinamento forte o suficiente para manter este povo lá, consequentemente o povo se foi.

Agora, o avivamento da Nova Iorque além de radicalizar no pentecostalismo, fez com que Seymour viajasse pelos EUA para propagar o mover de Deus, isto fez com que o mover de avivamento não ficasse restrito a um só lugar, foi nesses dias em que Daniel Berg e Gunnar se conheceram e vieram para o Brasil. A consolidação e a propagação do movimento pentecostal encabeçada por Seymour foi fundamental para que o avivamento da Rua Azuza deixasse um legado que certamente não se apagará tão cedo.

Assim fizeram os apóstolos, não guardaram para si o que receberam no cenáculo, esta já era uma ordem de Cristo: "fiquem em Jerusalém ATÉ QUE..." isto significa que aquilo que recebemos da parte de Deus deve ser passado adiante, ou então a torneirinha das revelações espirituais podem ser fechadas, deixando apenas um sentimento nostálgico do que Deus já fez além de prejuízos humanos, financeiros, emocionais, ministeriais entre outros.

Autor: Ed Oliveira.
Fonte: http://www.adcn.org.br/j/blog_post/1332905198
 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Filhos de Balaão - Por Rev. Paulo Cesar Lima da Silva


O acordo do Vaticano com a Corte Portuguesa – na época da colonização do Brasil – foi nesses termos: “Vocês (a Corte) nos dão segurança e em troca nós (a Igreja) daremos a vocês UM POVO OBEDIENTE". Até hoje a Igreja e o Estado mantêm esse tipo de relação.

A “doutrina de Balaão” acerca da qual a Bíblia fala é a mais clara forma de revelar como a religião (desde os sumerianos) sempre foi o braço de apoio, sustentação e manutenção do poder político. Os "sacerdotes" dispunham de muita riqueza e os templos serviam de arrecadadores de dinheiro. Na verdade, nada mudou na história; é só uma repetição. Por isso a igreja, hoje, segue o mesmíssimo padrão.

A igreja, no passado, adaptou a teologia à visão do poder para levar vantagens deste mesmo poder que ela idealizava. Por exemplo, quan­­do se vivia sob o governo mo­­nárquico a igreja utilizou-se da “teologia do Cristo Rei”, para que parecesse com a majestade da realeza. Quando os princi­pados políticos começaram a sobressair na Europa na Idade das Trevas, a igreja criou a “teo­logia do príncipe que governa”, dizendo se tratar da represen­tação do “filho de Deus”. Quan­do a República chegou e as manifestações de poderes de­mocráticos, na mesma hora houve uma migra­ção da consciência teocrática que habitava por assim dizer o rei na terra para a consciência democrática, que passava ago­ra habitar a vontade do povo na terra. (É aqui que se faz a migração da teologia da soberania de Deus para a teologia do livre arbítrio.) E a teologia do livre arbítrio instala uma política democrática.

O que eu estou tentando dizer para o leitor é que não faltaram teologias para justificar qualquer ideologia. E nesses mais de dois mil anos de história da igreja vemos a ca­pacidade afiada dos nossos mestres ideólogos de manobrar “deus” na direção da sua conveniência. Quando eu coloco “deus” com “d” minúsculo é porque estou falando deste deus manobrado, um “deus” que nem Deus co­nhece; é o deus inventado, é o “deus” formatado segundo a conveniência dos que dançam conforme a música tocada pelo poder.


A Bíblia diz:

"...algumas coisas tenho contra ti; porque tens aí os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, intro­duzindo-os a comerem das coisas sacrificadas a ídolos e a se prosti­tuírem."

Salvo melhor juízo, este é o texto bíblico mais denso para mostrar o poder corruptor que vem operando dentro das igre­jas brasileiras (quero falar ape­nas das nossas, mas certamente este fenômeno encontra-se em outros países).

A figura híbrida de Balaão nas Escrituras salta os olhos, porque não é profeta de nenhuma linhagem dos hebreus, mas mesmo assim tem uma projeção tamanha, trazendo a si homens poderosos que o procuram para facilitar coisas do poder.

 A impressão que eu tenho é que a semelhança do comportamento de Balaão é enorme quando comparado aos nossos profetas atuais. Parece-me que nós estamos na “Era Balaão”, onde as coisas mais esquisitas acontecem nos púlpitos de nossas igrejas, nas casas, nas ruas, nos escritórios de magna­tas, nas salas de espera de políticos. Comumente eu vejo, ouço de pessoas sobre algumas coisas que estão ocorrendo no meio evangélico e que se asse­melham e muito a relação de poder entre Balaão e Balaque.

Balaão foi observado pelo rei de Moabe, Balaque, talvez meses a fio. Balaque, vendo o desempenho do povo de Israel que era tangido por um poder supra terreno, imaginou que podia ter essa mesma força para as suas conquistas e viu em Balaão alguém que podia ter como parceiro. Oferecendo a Balaão mundo e fundos Balaque lhe pediu que amaldiçoasse o povo de Deus. Balaão, profeta vendido e sem caráter, pronta­mente aquiesceu ao pedido.

Pastores, igreja, essa história faz parte da nossa história hoje. Nós nos tornamos “filhos de Balaão”. Isso é a corrida atrás de ouro. Os líderes evangélicos precisam de uma descontaminação. Seus referenciais cristãos já não existem mais. Estamos vivendo os dias de Balaão: quem dá mais nós fechamos.

Anos atrás não faltaram pastores para abençoar o moço de Brasília com vistas a que ele se tornasse o presidente do Brasil. Aliás, hoje é importante para o candidato político ter um Bala­ão por perto para abençoá-lo na frente do povo. Isso é uma tragédia de proporções alarmantes. Temos ainda líderes que se vendem para dois ou três candidatos, pegando dinheiro dos três.

Balaão se perfilhou para dizer palavras de maldição so­bre Israel, mas Deus interveio e mandou que ele dissesse ape­nas o que lhe comunicava e, em vez de ele amaldiçoar Israel, ele o abençoava. Como ele viu que Israel era inamaldiçoável, ele recorreu a outro expediente: levou o povo a achar que não havia nada de mais ser povo de Deus e se prostituir. Assim o povo de Israel caiu na cilada de Balaão. Será que esta história de Balaão não corresponde a algumas de nossas atitudes hoje como líderes e membros da igreja do Senhor Jesus? Será que esta história bíblica não reverbera em nossos ouvi­dos um alerta contra o caminho de corrupção que alguns líderes de igrejas vêm tomando?


UMA LIDERANÇA DOENTE

Estamos doentes e se trata de uma doença contagiosa. À semelhança da Idade Média, estamos matando os “gatos” e deixando que os "ratos" espalhem a peste entre o povo.

Não há o mínimo de moralidade na política evangélica. Ela segue a mesma direção que a política secular. Pior: tudo é feito debaixo de muito cinismo e conveniência. Tornamo-nos vendedores de bênçãos, negociadores de almas, leiloeiros da fé, comprometidos até o último fio de cabelo e ainda somos capazes de subir a um púlpito e pregar santidade, coerência e verdade. Outros há que se fazem paladinos da verdade, representantes dos evangélicos no Brasil, mediadores entre o povo e o poder. Isso é brincar com fogo e com coisa séria.

Precisamos hoje mais do que nunca discernir as principais doenças da igreja e a cura que lhe é proposta na Bíblia, a Palavra de Deus. Não para que ela seja a salvação do mundo, mas que a igreja (os sete mil que não se dobraram a Baal e a Balaão) faça o seu papel profético e seja um agente de transformação histórica no mundo.

O que é mais chocante nisso tudo é que não é de hoje que a igreja negocia com o poder. Deixamos escapar a TDL, que nasceu nos porões de uma igreja evangélica, transformando-a numa "grande prostituta". Se tivéssemos refletido sobre esta teologia e o seu alcance no que diz respeito às mudanças propostas nos rumos da igreja brasileira, certamente teríamos, hoje, uma leitura crítica da política e da sociedade e o Brasil passaria por grandes transformações.

Líderes, igrejas, o mundo ouve a voz de Deus, mas quan­do se volta para olhar – e essa é a primeira coisa que ele enxer­ga – nos vê. Por isso que a nossa responsabilidade é enor­me. Porque quando a voz é ouvida o sujeito olha é a gente. Não se deixe ver como um “filho de Balaão”. Seja um Elias nesta geração, profeta que preferiu seguir um caminho de denúncia profética a ter os prazeres momentâneos do poder.

Que Deus tenha misericórdia de nós!

Rev. Paulo Cesar Lima
Presidente da CATEDRAL da Assembleia de Deus em Jardim Primavera e da CMADERJE

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Nota de Falecimento: Partiu para o Senhor o Pastor Anselmo Silvestre

Pioneiro da AD estava há mais de 60 anos à frente da AD MG


Foi recolhido pelo Senhor, na noite deste domingo, 30 de setembro, o patriarca e pioneiro das Assembleias de Deus no Brasil, pastor Anselmo Silvestre. Aos 96 anos, pastor Anselmo estava como presidente de Honra da AD em Belo Horizonte (MG) e presidente da COMADEMG - Convenção dos Ministros das ADs em Minas Gerais.


Quem foi Pastor Anselmo Silvestre

Pastor Anselmo Silvestre tem sua história de vida e ministério entrelaçada com a história da Assembleia de Deus mineira. Em seus primeiros 30 anos de existência, a igreja mineira foi presidida pelos pastores Clímaco Bueno Asa, colombiano; Nils Kastberg, sueco, e pelo pastor Algot Svenson, também sueco.

Com a morte do Missionário Algot Svenson na Suécia em 1958, os obreiros nacionais já existentes na Igreja indicaram para sucedê-lo o seu auxiliar, Anselmo Silvestre, que com a aprovação da Igreja, assumiu a direção do Ministério. Desde então, o Pastor Anselmo Silvestre tem presidido a Igreja que, em 1979, sofreu nova mudança de denominação, passando a ser chamada Assembleia de Deus.

Nesses mais de 50 anos à frente da Assembleia de Deus, o Pr. Anselmo Silvestre empreendeu estratégias de crescimento da igreja, descentralizando o trabalho, com a aquisição de imóveis tanto na capital como no interior do estado, e a construção de templos para a realização de cultos. Muitas frentes de evangelização foram realizadas, com cruzadas evangelísticas, concentrações e outros eventos que difundiram o Evangelho, fazendo da Assembléia de Deus uma das maiores Igrejas no Estado.

Na área administrativa, o Pastor Anselmo Silvestre remodelou a Igreja, criando departamentos e comissões, a fim de dar suporte ao desenvolvimento das atribuições eclesiásticas. Sob a direção de Deus e com a graça do Espírito Santo, a igreja experimentou vertiginoso crescimento em todas as suas frentes de atuação, tornando-se numa das maiores de todo o país.

Em dezembro de 2009, passou a presidência da igreja ao seu neto, Pastor Moisés Silvestre Leal, permanecendo como Presidente de Honra do Ministério e Presidente da Convenção Mineira, a COMADEMG.




CULTO DE INAUGURAÇÃO DA ADBA (09/09/2023)

  No último dia 09 de setembro a ASSEMBLEIA DE DEUS BÁLSAMO E AVIVAMENTO , celebrou ao Senhor por esta grande vitória: a aquisição de um esp...