quinta-feira, 22 de julho de 2010

Aconteceu !!!!!!!!

Ontem,foi uma noite memorável para a Igreja Assembleia de Deus - Ministério Eu Creio. Tivemos a honra de receber dois Homens de Deus: Pastor Newton Carpinteiro e o Pastor Gualter Guedes.Saimos da virtualidade e podemos nos abraçar e compartilhar experiências fantásticas de Deus. A pregação da Palavra ficou com o Pastor Newton, onde o mesmo falou da necessidade da Igreja de Cristo agradar mais ao Senhor, o Pastor Guedes também trouxe uma saudação especial falando sobre a vida do servo Malco. Tivemos também a participação da coreografia infantil de nossa igreja. Foi um dia abençoado.

Da Esquerda para a direita: Pr.Josemar; Pr.Flavio; Pr.Newton e Pr. Gualter Guedes


Pastor Newton pregando a Palavra de Deus


Pastor Gualter Guedes trazendo uma saudação


As crianças fazendo uma coreografia

sábado, 17 de julho de 2010

Convite


Queridos irmãos, tenho a honra de reproduzir aqui no blog o endereço onde o amado Pastor Newton Carpinteiro da Flórida EUA estará pregando nesse final de semana e a honra ainda maior é que ele estará pregando domingo em nossa igreja às 18:00hs. Você é o nosso convidado especial venha participar conosco. Esteja em oração para que o Nome do Senhor seja Glorificado. Segue abaixo maiores detalhes:

Neste Sábado e Domingo, estarei pregando, pela misericórdia de Deus, a sua Palavra, nas Igrejas Assembléias de Deus em Nova Iguaçu e Caxias, no Estado do Rio de Janeiro, se o Senhor, assim, o permitir. Portanto, será um grande prazer poder encontrar, nestes dias, irmãos que participam deste blog.


Sábado 17: Igreja Assembleia de Deus em Santa Rita

Pr. Reinaldo Marcelo da Fonseca
Rua Xingu 142 - Santa Rita - Nova Iguaçú - RJ
Horário: 18:30 - Oração - 19:00 Culto
Tels.: 2764-8405 e 2764-8108
http://www.ademsantarita.org/
http://www.missoesurgente.net/


Domingo 18: Igreja Assembleia de Deus - Ministério Eu Creio

Pr. Flávio Ferreira Constantino
Rua: Raimundo Correa, 17 (Esquina com a Rua Ana Porto) - Jardim Olavo Bilac - Duque de Caxias - RJ
Horário: 18:00 hs
Tel: 0xx21 3652-2364

Maranata!

O menor de todos.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Congresso de Mulheres

Nos dias 10 e 11 de Julho foi realizado mais um Congresso de Mulheres de Sucesso na Igreja Assembleia de Deus - Ministério Eu Creio. A pregação da Palavra ficou a cargo do Pastor Moacir Junior da Assembleia de Deus em silva Jardim - RJ.


Da esquerda para a direita: Miss. Josilene Constantino e Miss. Nilcéia Nunes


Ministério da Igreja


Mulheres de Sucesso louvando ao Senhor


Mulheres de Sucesso louvando ao Senhor



No centro: Pastor Flavio Ferreira Constantino Presidente do Ministério Eu Creio e o Pastor Moacir Junior - Pregador do Congresso

Foram dias de muita Presença de Deus. Esse congresso marcou definitivamente a história da Igreja. A Deus seja toda Honra e toda Glória.

domingo, 11 de julho de 2010

A Igreja que Perdeu o Reino


“Ninguém jamais subiu ao céu, a não ser aquele
que de lá desceu: o Filho do Homem” (Jo 3.13).


Neste texto, João sustenta que o direito que Jesus possuía para falar de Deus provinha do fato de que conhecia pessoalmente a Deus. Ou seja: Jesus veio diretamente dos arcanjos do céu à Terra. Logo, o que dizia aos homens era literalmente a verdade divina. O direito de Jesus para falar vem diretamente do que Jesus foi e é: a mente de Deus encarnada. Jesus não é uma metáfora sobre Deus; não é uma idéia de Deus, mas, sim, a imagem visível do próprio Deus.

Esta teologia é-nos extremamente significativa na medida em que nos desafia a repensar a pessoa de Deus de forma mais coerente e bíblica em meio a tantos conceitos equivocados sobre Deus. Isto porque a visão da igreja tem de Deus quase sempre O transforma na imagem e semelhança de si mesma. Eu adiro ao pensamento do escritor evangélico que diz que não apenas os pagãos, mas os cristãos têm um Deus à sua imagem e semelhança. O Deus de suas teologias sistemáticas, dogmas, projeções, de forte componente antropomórfico e antropológico, sintonizado com as fraquezas e limitações humanas. Não só a visão da igreja, mas também a sua missão, o seu comportamento, a sua presença, as suas idiossincrasias refletem o conceito de Deus que ela possui. Ou seja: O conceito, a teologia, a doutrina que a igreja tem de Deus, termina tomando o lugar de Deus. A rigor, toda verdade oficial, convencionada, estereotipada, estratificada sobre Deus é segundo a imagem e semelhança daqueles que a constroem.

Por estas e outras razões, a igreja tende a pensar Deus a partir dos seus preconceitos e O reduz ao tamanho da teologia que O forja.

A igreja evangélica no Brasil, anestesiada pela alienação, pelo medo, pela acomodação, pelos privilégios, pela “teologia” caipira norte-americana que nos afoga, parece ter perdido a visão do reino e sua responsabilidade em sua implantação.

Tudo isso faz com que a igreja perca o Reino de Deus. E os motivos pelos quais a igreja tem estado na contramão da vontade de Deus são vários. Senão vejamos:

1.Primeiramente, a igreja evangélica vem perdendo o Reino de Deus porque não consegue enxergá-lo além da igreja local. Alguns muitos cristãos não conseguem viver uma vida cristã fora das quatro paredes de sua igreja. Tudo que pensam em termos de obra de Deus é sempre a partir de dentro: suas festas, seus congressos, até suas fofocas, enfim, são perspectivas sempre locais. Como disse certo escritor, é um tipo de eclesiologia tribal, porque isola os seus membros do mundo e das outras igrejas; a nossa igreja é sempre a melhor; nossa banda, coral, conjunto.

2.Em segundo lugar a igreja evangélica vem perdendo o Reino de Deus porque não consegue ir além de uma perspectiva meramente denominacional. Aparentando um pouco mais de “abertura”, alguns cristãos conseguem enxergar o Reino além de suas igrejas locais. Todavia, persistem numa visão denominacional (uma eclesiologia clânica). Fazem da denominação uma liga sagrada e de suas congregações o meio da denominação, promovendo seus usos, costumes, maneirismos, dialeto, tipologia comportamental, etc.

Esses dois grupos anunciam um Reino de Deus sem pulsação história, alienado, ausente das questões mais nevrálgicas da sociedade em que vivemos. Segundo eles Deus reina sobre indivíduos isolados, na base do “cada um por si Deus por todos”. Vêem o Reino literalmente apenas “dentro”, numa visão intimista, individualista, egoísta, absenteísta do Reino, que nos lega o liberalismo burguês ocidental contemporâneo.

3.Em terceiro lugar a igreja evangélica vem perdendo o Reino porque se acostumou a anunciá-lo apenas para o outro mundo, para depois da morte. Esta concepção confunde o além do Reino com todo o Reino. A plenitude do Reino é confundida com todo o Reino.

Para esses cristãos “o mundo jaz no maligno” e não adianta fazer nada por ele. O mundo vai de mal a pior, e o que nos cabe fazer é “esperar a vinda de Cristo”. O “mundo” para eles não é igual a estado de coisas, sistemas engendrados pelo pecado, estruturas pecaminosas, modelos antibiblicos. “Mundo” para ele é o planeta terra, que Deus teria deixado algumas ilhas, as igrejas, onde os salvos poderão obter, provisoriamente, “abrigo diplomático”.

Esta visão antropocêntrica exagerada culminou em verdadeira orgia destrutiva da biosfera. Nós cristãos esquecemos a dimensão telúrica da “nova Terra” e nos fixamos num “novo Céu” distante e sem historicidade. Isto porque quando pensamos em “nova terra” pensamos se tratar de “outra terra”. Mas o apocalipse, nenhuma só vez, fala de uma “outra terra” e de um “outro céu” e sim de um “novo céu” e de uma “nova terra”. Esquecemos culposamente que Jesus Cristo redimiu, não apenas o homem, mas também o Cosmo. Se o principio redentor foi uma “nova criação” e Deus recapitulou tudo no Cristo, a natureza foi afetada pela obra salvífica do Deus humanizado. Isaias e Miquéias vigorosamente sustentam que a salvação de Deus não se estenderá apenas a Israel e às nações. Abrangerá a própria natureza. O céu e a terra serão renovados no dia do Senhor.

A igreja pode até achar que não é o Reino, não se confunde com ele, mas é sua “vanguarda”, sua agência, sua antecipação, sua presença histórica. Mas por ter um Deus pequeno, ou por ser tímida, torna-se descrente de suas possibilidades e deriva para o platonismo, para o espiritualismo, para o subjetivismo, para o intimismo, para o sectarismo, para o denominacionalismo.

Israel falhou em ser antecipação histórica do Reino: no culto, na moral, e na organização sócio-politica-econômica. Por isso conheceu exílio e decadência.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A Sabedoria dos Rabinos


Algumas coisas interessantes que aprendi com os rabinos, com referência especial a Nilton Bonder, A cabala do dinheiro, a respeito de propriedades e posses. Duas especialmente:

A primeira é a "lei do máximo proveito", que diz que o justo não abre mão do que é seu, mas percebe quando o que é seu lhe representa maior ganho não mais sendo seu. O justo passa adiante sua propriedade quando esta transação de transferir a posse lhe proporciona mais prazer, conforto e retorno. Isto é, o justo sabe quando o máximo proveito de uma propriedade está em abrir mão dela.

Conta-se que o Rab Zalman foi abordado por uma pessoa que ficou maravilhada pelas cores do seu manto. A reação dessa pessoa foi tão intensa que o Rab Zalman ofereceu-lhe o manto de presente. O Rab percebeu que a pessoa havia ultrapassado o limite de desejo e naquele instante houve uma mudança sutil no nível de "direito de propriedade". Rab Zalman poderia ter retido o manto, mas não quis, pois já não lhe pertencia mais, isto é, o máximo proveito que ele poderia extrair de sua propriedade naquele momento era ofertá-la.

Em outras palavras, existe no universo uma cadeia ou fluxo de posses, e a riqueza do universo consiste em entrar na onda desse fluxo, sem represar nem desperdiçar nada. A gente tem que saber quando uma propriedade começa a desequilibrar o universo ficando em nossas mãos. Às vezes, abrir mão de uma propriedade é uma forma de alimentar esse fluxo de riquezas que gera mais riquezas para nós e para as pessoas ao nosso redor. Lembro de uma expressão que muito me desafia: "Quando você tem uma coisa que não pode entregar nas mãos de Deus, na verdade não é você quem tem a coisa, é a coisa quem tem você". E quando uma coisa tem a gente, é muito perigoso ficar com ela na mão. O melhor proveito está em abrir mão daquilo. Sempre digo a Deus que não quero deixar de lado qualquer coisa que Ele queira me dar, mas também não quero ter nas mãos qualquer coisa que não tenha sido abençoada por Ele.

O outro ensinamento dos rabinos trata do que eu chamo de "lei do enriquecimento integral". Todos nós temos várias contas correntes: saúde, caráter, relacionamentos, dinheiro, realização, conforto, tranqüilidade, sono, coração e consciência em paz, e assim por diante. O enriquecimento integral acontece quando a gente consegue fazer com que todas as contas cresçam ao mesmo tempo. O justo jamais saca da conta caráter para depositar na conta corrente; jamais saca da conta família para depositar na conta realização pessoal. Mais do que isso, o justo sabe quais das contas sacrificar mais e quais sacrificar menos. Isto é, na hora de escolher entre perder dinheiro e perder a integridade, o justo sempre perde dinheiro.

Esse ensinamento me traz duas considerações. A primeira é que o bem estar pessoal e familiar, o conforto, a tranqüilidade e a paz de espírito são riquezas imensuráveis. Não devemos nem precisamos abrir mão de uma vida confortável. Apenas devemos cultivar um coração capaz de viver no desconforto sem murmurar e sem permitir que isso nos infelicite. Tem gente, por exemplo, que prefere perder dinheiro que perder a paz de espírito, a pureza da consciência e leveza do sono. Prefere abrir mão de uma propriedade que comprometer seu ambiente familiar com ansiedade e o stress de uma dívida ou de uma vida com inquietações desnecessárias ou que poderiam ser evitadas. Em outras palavras, todos nós devemos fazer uma lista de valores inegociáveis. Caso você não a tenha, é bom providenciar com urgência, e depois verificar se Deus concorda com ela.

A segunda aplicação é que sempre devemos fazer distinção entre perda e transferência. Às vezes, queimamos riquezas de uma conta para cobrir os déficits de outra. Mas há casos quando transferimos fundos. Como sabemos a diferença? Quando o depósito numa conta não é uma forma de gerar mais riqueza, então estou pagando dívida. Mas quando o depósito em uma conta gera mais riqueza, então estou fazendo investimento, alavancando resultados, multiplicando recursos e fazendo transferência de fundos. Precisamos discernir quais as contas estão desequilibradas ou precisando de um reforço. E precisamos saber de qual conta vamos sacar o necessário para promover o equilíbrio ou potencialização.

Por exemplo, vale a pena ser promovido para ter um percentual de aumento de salário e partir da nova função ter que viajar e passar a semana longe da família? A recusa do novo cargo acarreta danos aos meus projetos profissionais, e caso positivo, ainda assim, vale a pena ficar longe de casa? Ou, então, esse é mesmo o momento de iniciar uma pós-graduação? Quais as contas ficarão descobertas ou sofrerão saques durante este período? Será que vale mesmo a pena comprar um terreno que vale 70 mil reais sendo que para conseguir os tais 70 mil eu vou me comprometer com dois plantões semanais durante dois anos? Às vezes precisamos dedicar mais atenção à conta "trabalho", em detrimento de outras, porque o momento exige, e de vez em quando precisamos colocar a conta trabalho em segundo plano para cuidar da conta "filhos" ou "cônjuge".

Portanto, para administrar posses, sempre me pergunto se terei mais ganho retendo ou transacionando (comprando, vendendo, doando) o objeto? No caso optar por transacionar o objeto, de qual(ais) conta(s) estou sacando e em qual(ais) conta(s) estou depositando? Esta transação do objeto é uma queima de gordura para quitar débitos, um desperdício de recursos, ou uma forma de investimento para alavancar mais riquezas (em todas as dimensões)?

Autor: Ed René Kvitz

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Hoje é o Dia


A maioria das pessoas vive do passado, para o bem e para o mal. Quando é para o bem, na maioria das vezes só o é em razão de que é um passado suspirantemente saudoso! Quando é para o mal, é porque é um passado angustiadamente culpado ou amargurado! Eu tenho uma grande mala em meu passado: quase toda ela de recordações magníficas e abençoadas. Afinal, já são pelo menos 36 anos de minha existência! No meu passado há também um “arquivo compresso” de dores! Não sou doente! Portanto, sinto... E, justamente por já haver sentido muito é que achei que era Hora de deixar de viver do e no Passado! Dizem os especialistas que 70% da energia que as pessoas gastam é dedicada a questões do Passado! O Passado é o maior Anti-Presente que alguém pode ter. Mesmo quando é—pois nunca deixa de ser—um bom Passado! Hoje é o dia! Ontem foi! Amanhã está sendo construído Agora! Portanto, esquecendo das coisas que para trás ficam, caminhemos para as que adiante de nós estão! Há coisas que estão a-diante... Há coisas que estão diante... Em ambos os casos só se avança se Hoje for o Dia... Sendo assim, vamos adiante e apressemos as coisas...pois os dias são maus! Jesus disse que basta a cada dia o seu próprio mal! A vida se torna impossível quando além do mau de Hoje eu ainda tenho que viver do mau de Ontem! Deus não era o Deus de Abraão! Ele é o Deus de Abraão! Ele é Deus de vivos, não de mortos, pois, para Ele todos vivem! Assim, um bom Dia Chamado Hoje para você! Um bom Dia!

CULTO DE INAUGURAÇÃO DA ADBA (09/09/2023)

  No último dia 09 de setembro a ASSEMBLEIA DE DEUS BÁLSAMO E AVIVAMENTO , celebrou ao Senhor por esta grande vitória: a aquisição de um esp...