segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Deputado Marcelo Freixo Ameaçado pelas Milícias Deixa o Brasil



O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) recebeu sete ameaças de morte apenas no mês de outubro. O parlamentar, que vai deixar o Brasil nesta terça, reclamou da inoperância do poder público que, segundo ele, não se manifestou a respeito das denúncias.

"Recebi sete ameaças concretas e detalhadas em outubro, mas nenhuma delas vieram acompanhadas de algum retorno ou medida do poder público. Isso assusta mais que as próprias ameaças", revelou em entrevista à Rádio Bandnews

A convite da Anistia Internacional, o deputado vai deixar o país até que sejam feitas melhorias em sua segurança. Ele retorna ao Brasil dentro de um mês. Freixo citou a denúncia de que o milicano Carlos Ary Ribeiro, o Carlão, que fugiu do Batalhão Especial Prisional (BEP), em setembro, receberia R$ 400 mil do criminoso Toni Ângelo para matá-lo.

"Os dois estão foragidos. Quando serão presos? Eles estao em Campo Grande cometendo crimes e ameaçando autoridades", afirmou o parlamentar, que completou. "Se eles mataram uma juíza, torturam jornalistas e ameaçam um deputado o que eles não estão fazendo com moradores que nao podem pagar alguma taxa. Isso é muito sério e o Estado precisa agir".

Freixo falou no Twitter sobre sua saída do país. De acordo com ele, os "milicianos não venceram".

"Agradeço toda solidariedade, não vou recuar. Voltarei ainda esse mês, preciso preservar um pouco minha família e ajustar minha segurança. Eles (milicianos) não venceram e nem vão vencer", disse o deputado, que recebeu mensagens de apoio na rede social.

Marcelo Freixo presidiu a CPI das Milícias, em 2008. A comissão indiciou 225 pessoas entre policiais civis e militares, bombeiros e políticos.

Fonte: http://www.odia.com.br/


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Cristão de 17 anos é Decapitado por Terroristas na Somália


O grupo islâmico al Shabaab decapitou um jovem de 17 anos chamado Guled Jama Muktar por causa de sua fé. Os membros desses grupo radical dizem que se comprometeram a expulsar todos os cristãos da Somália. A morte ocorreu no dia 25 de Setembro numa casa perto de Deynile, erca de 20 km da capital da Somália.




O grupo terrorista Al Shabaab luta pelo controle do país com o governo de transição e possuem laços com a Al Qaeda. No momento eles controlam uma área de cerca de 400km ao redor da capital, Mogadíscio. Entres suas atividades, eles monitoravam todas as famílias de cristãos do Quênia que chegaram à Somália em 2008, inclusive a de Muktar.




Uma fonte que não quis se identificar declarou: “Eu conhecia esta família e sabia que eles eram cristãos que faziam estudos bíblicos na sua casa toda semana”. Segundo os parentes do jovem, os membros da al Shabaab chegaram na casa deles às 6 da manhã, quando os pais já tinham saído para trabalhar no mercado da cidade.




Os assassinos encontraram Muktar no momento em que ele saia de casa e se dirigia para a escola. Os vizinhos ouviram os gritos e foram informar os pais, que voltaram rapidamente para casa mas encontraram o filho já morto. Eles enterraram o corpo rapidamente, temendo que os militantes voltassem para matá-los também e, em seguida, fugiram para um destino desconhecido.




Nos arredores de Hudur, região sudoeste da Somália, outro jovem convertido ao cristianismo foi decapitado no início do mês passado.




Um líder da igreja subterrânea da Somália explica que “É normal para o al Shabaab cortar a cabeça dos que abraçam a fé cristã ou que simpatizam como os ideais ocidentais”.




Embora afirme ser um moderado, o presidente do país, Sharif Sheik Ahmed adotou uma versão da lei islâmica (sharia) que pune com a pena de morte quem deixar o islã. A maioria dos assassinados não são de conhecimento público e só chegam ao ocidente por meio de organizações que lutam contra a perseguição religiosa como a Portas Abertas e a Compass International.












quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O Encerramento do Centenário


Último evento da AD já tem programação definida. Pacaembu confirmado

O último grande evento do ano promovido pela Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) em comemoração ao Centenário da denominação no país já tem a sua programação definida. A última grande Conferência Pentecostal se dará na Região Sudeste, na cidade de São Paulo, nos dias 12 a 15 de novembro.

“Estamos esperando irmãos de todo o Brasil para essa grande festa de adoração a Deus e ações de graças pelos 100 anos de bênçãos derramadas sobre as Assembleias de Deus no Brasil. Cremos que serão momentos marcantes na presença de Deus”, declara pastor José Wellington, líder da CGADB e anfitrião do evento.

O culto do dia 12 envolverá as irmãs do Círculo de Oração; no dia 13, os jovens; e no dia 14, os adolescentes.



Pacaembu receberá encerramento

Os cultos nos três primeiros dias serão realizados na nave do novo templo-sede da Assembleia de Deus no Belenzinho (SP), liderada pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, líder da CGADB. Mesmo não tendo sido ainda inaugurado, por estar com as suas obras avançadas, o novo templo já tem recebido grandes eventos do Ministério do Belém, como a Santa Ceia e o batismo de mais de 6,1 mil novos crentes nas águas em junho, em comemoração ao Centenário da Assembleia de Deus no Brasil.

O encerramento se dará no Estádio do Pacaembu, com capacidade para 40,2 mil pessoas sentadas. Como o espaço do gramado provavelmente também deverá ser usado para receber assembleianos de todo o Brasil para essa grande festa, a organização do evento espera receber cerca de 100 mil pessoas.



Preletores internacionais

Alguns preletores já estão confirmados, como o pastor George Oliver Wood, presidente do Comitê Mundial das Assembleias de Deus e do Concílio Geral das Assembleias de Deus nos Estados Unidos, e o pastor Prince Guneratnam, que foi eleito em agosto do ano passado, na Conferência Mundial Pentecostal na Suécia, presidente do Comitê Mundial Pentecostal. Pastor Guneratnam é também líder da Igreja do Calvário na Malásia, uma congregação da Assembleia de Deus naquele país.



Conferências pentecostais

De 30 de outubro a 1 de novembro de 2008, a primeira Conferência Pentecostal em celebração ao Centenário das Assembleias de Deus no Brasil foi realizada na Região Centro-Oeste, no Grande Templo da AD em Cuiabá (MT). Dezenas de milhares de pessoas compareceram ao evento, que lotou o Grande Templo nas duas últimas noites.

A segunda edição da Conferência se deu de 13 a 16 de agosto de 2009, na Região Sul, na cidade de Curitiba (PR). Na ocasião, as instalações do Marumby Expo Center receberam dezenas de milhares de pessoas nas três últimas reuniões, com destaque para o recorde na manhã de 16 de agosto: cerca de 30 mil pessoas num grande Culto de Missões, onde foi celebrada ainda a Santa Ceia e efetuado o batismo de 1.378 novos crentes.

De 3 a 5 de junho de 2010, foi a vez da cidade de Natal (RN) receber a Conferência Pentecostal da Região Nordeste (foto), que reuniu mais de 10 mil pessoas ao ar-livre no Espaço Natal, nas duas últimas noites de culto.

Finalmente, nos dias 9 e 10 de junho deste ano, na cidade de Belém do Pará, milhares de assembleianos de todo o país se reuniram no Hangar Centro de Convenções no dia 9, e mais de 10 mil pessoas lotaram o Estádio Baenão no dia 10, para celebrar o Centenário das Assembleias de Deus no Brasil na Conferência Pentecostal da Região Norte. Agora, é a vez da Região Sudeste.

Fonte: www.creio.com.br

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Junta Mundial e Convenção Batista Evangelizam nos Jogos Pan Americanos




A Junta de Missões Mundiais (JMM) da Convenção Batista Brasileira enviou 66 voluntários para Guadalajara, no México, para participarem da Cruzada Pan-Americana que está reunindo diversos cristãos, de diversas denominações para evangelizar o público que está no país acompanhando os jogos.

A equipe está alojada no acampamento da Jocum (Jovens Com Uma Missão) desde o dia 14 de outubro e depois de descansarem, participaram de um treinamento onde as estratégias de evangelismo foram apresentadas.

“Tivemos treinamento do grupo de artes, contadores de histórias, pantomima e pintura de rostos, entre outros. Nos esportes, os grupos de Kids Games e oficina de futebol se reuniram para treinar os jogos e suas lições de princípios morais e bíblicos. Os grupos de capelania e intercessão também se reuniram a fim de se fortalecerem e engajarem”, disse o pastor Marcos Grava, Coordenador Geral do Projeto.

No domingo, 16, os voluntários visitaram as igrejas batistas Roca Fuerte, Getsêmani, Nova Jerusalém, Jesus é o Único Caminho e Fonte de Água Viva. A visita foi importante para que o grupo pudesse conhecer um dos lugares onde serão realizadas as ações evangelísticas.

“Percebemos o amor com o qual os idealizadores da Cruzada Pan-Americana falam de seu país e das grandes perspectivas que têm para esse tempo no México. Nosso desejo e oração é que também seja um tempo novo para a cidade de Guadalajara. Esperamos que os frutos obtidos aqui se expandam por todo o México e que as igrejas locais vejam essas ações como o início do que pode ser realizado”, comenta Grava.



Fonte: JMM

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Crianças viram Pastores


Cada vez mais cedo crianças viram pastores e preocupam psicólogos

De terno, gravata e olhar sério. É assim que Matheus Moraes, 13 anos, divide as atividades escolares, brincadeiras, aulas de música e partidas de futebol com algo que considera muito mais importante. Ele é um dos precoces pastores mirins que estão tomando os púlpitos de igrejas evangélicas, crianças que se destacam pela desenvoltura da fala, surpreendem com a capacidade de raciocínio rápido e boa memória, e se tornam quase que imediatamente responsáveis pela conversão de centenas de fiéis.

Como Matheus, a estudante Ana Carolina Dias, hoje com 17 anos, foi uma das primeiras crianças a se tornar pregadora no Brasil. Iniciou sua carreira aos quatro. Aos sete, um vídeo em que aparece pregando foi publicado no Youtube, virou funk e bateu recorde de audiência. A postagem original foi vista quase 2 milhões de vezes. A “Menina Pastora”, como ficou conhecida, permanece na igreja até hoje. Além de pregar quase diariamente para centenas de fiéis, participa de congressos e eventos em todo o País. Paralelamente, estuda Física na Universidade Rural do Rio de Janeiro.

Os dois, filhos de pais evangélicos, são considerados pedras preciosas para as igrejas. Colocados à frente das pregações, sensibilizam centenas de fiéis e mantêm uma agenda lotada. Matheus, por exemplo, já gravou 30 DVDs com louvores e cantos, à venda em seu site. Acumula as funções de pastor, cantor e estudante. Viagens são rotina em sua vida.

Da mesma forma, Ana Carolina conheceu a Europa para pregar e atualmente coordena a vida particular com inúmeras funções na igreja. Mas o que desperta orgulho na família e faz sucesso nos púlpitos das igrejas também causa apreensões, especialmente de psicólogos. Afinal, a responsabilidade de mobilizar multidões frequentemente pode pesar, embora na maioria das vezes o talento destas crianças seja encarado meramente como uma vocação, e não obrigação.


Filho de peixe

Francinete Moraes fez cirurgia para não engravidar após dar à luz seu terceiro filho. Mesmo assim, depois de 13 anos, teve Matheus. Ainda bebê, o menino ficou em coma em função de problemas respiratórios e, durante o período, a família se debruçou em súplicas e orações. Para eles, sua sobrevivência foi um milagre e seu pai, Juanez Moraes, frequentador da Assembleia de Deus, virou pastor. Três anos depois, era Matheus que, ainda sem saber falar todas as palavras, pregou na igreja pela primeira vez. “Lembro perfeitamente: foi na cidade de Estrela Dalva, no interior de Minas Gerais, eu nem sabia falar direito”, conta o menino. Aos seis anos, já era reconhecido como um pequeno missionário.

A história de Carolina é semelhante. Quando tinha apenas três anos, teve uma inflamação que afetou seu intestino e garganta. Ficou internada durante dez dias e, segundo o pai, o pastor Ezequiel Dias, foi desenganada pelos médicos. “Ela faleceu em meus braços, até que orei a Deus e a Carolina voltou à vida. E voltou servindo a esse Deus”, diz ele, que fala pela filha e cuida de todos os seus interesses. “Mesmo falando errado, pois era criança, pregava a Palavra”. Desde então, Carolina nunca mais deixou de pregar. Ezequiel garante não ter havido pressão familiar e afirma que a menina jamais teve problemas para conciliar suas funções na igreja com os estudos.

Matheus também afirma que nunca foi pressionado para seguir a vida religiosa. “Nunca deixei e nem deixo de fazer nada por conta do Evangelho. Eu tenho uma vida normal, como toda criança: jogo bola, vou à escola [ele está no sexto ano do Ensino Fundamental, na escola particular Santa Mônica, no Rio de Janeiro], convivo com amigos”, ressalta o garoto. “Faço tudo o que as demais crianças fazem, mas com responsabilidade, pois tenho um compromisso com Deus”.

O fato de pregar hoje para multidões não parece incomodá-lo: “Eu sabia qual era a minha missão. Deus tinha uma promessa para mim. Tive certeza da minha vocação aos cinco anos, quando estava louvando em uma igreja do Méier e Deus falava comigo sobre a cura”. Matheus admite suas atividades religiosas são motivo de preconceito: “Hoje, 70% dos meninos querem ser jogadores de futebol e sinto que sou discriminado por pregar a Palavra, pelo fato de correr atrás da Bíblia. Eles não gostam, encarnam em mim. Não sou um garoto admirado”.

Ana Carolina e Matheus entendem que foram escolhidos. Para eles, a função exercida é, sobretudo, uma vocação. Mas nem todos concordam. Pastora há cinco anos de uma das igrejas da Assembleia de Deus, a teóloga Maria Vita Umbelino diz ver “quase diariamente” crianças sendo levadas pelos pais até a igreja para se transformarem em pequenos pastores. “No meu Ministério eu não tenho criança pregando, sou contra”, diz ela. “Esse período é de aproveitar as brincadeiras típicas da idade e esperar pelo amadurecimento”. Segundo Maria Vita, a escola bíblica oferecida pela igreja já é “mais do que suficiente para o primeiro contato dos jovens”.

A pastora acredita que a iniciação precoce na pregação resulta no desinteresse futuro de seguir o caminho da fé. A psicóloga especializada em terapia familiar Aldvan Figueiredo concorda, explicando que o contato das crianças com a espiritualidade é comum e geralmente despertado entre os cinco e sete anos de idade. “Os pais não precisam se preocupar, desde que o interesse ocorra naturalmente”, explica. “Após esse período, as crianças tendem a se desligar desses assuntos”. O perigo, segundo ela, está em obrigá-la a ingressar em rotinas religiosas cedo demais. “A atitude pode causar danos emocionais e afastar de vez essas crianças da religião, tornando-se um trauma na vida adulta”.

Rita Kather é professora de psicologia da PUC-Campinas e tem uma opinião mais radical. Ela acredita que o reforço precoce de uma escolha, seja ela religiosa ou artística, dificulta o desenvolvimento e o interesse da criança por outras áreas. “Uma vez que essa criança começa a desempenhar bem o papel, raramente sua vida tomará outro rumo”, diz. “As crianças não devem ser incentivadas a tomar decisões logo nos primeiros anos de vida”.

Rita ainda considera perigosa a exposição das crianças. “Nesta idade, nem as habilidades ainda foram totalmente desenvolvidas”, pondera. “A religiosidade é importante, mas esse contato da criança com o mundo religioso precisa ser suave. É nobre cultivar a religião para um mundo de paz, mas isso deve ser natural”. Para a professora, raramente a criança irá expressar nitidamente sua insatisfação em cumprir um papel que agrada aos pais.

Ezequiel insiste que a vida da filha sempre foi saudável. “Ela teve uma infância tranquila, brincou, viajou o mundo. Conheceu lugares como a Europa, esquiou, fez coisas que eu não teria condições financeiras de bancar. E tudo isso por meio da pregação da Palavra”, compara. Hoje, Ana Carolina é líder da Mocidade, o grupo dedicado a jovens dentro de sua igreja, e auxilia o pai nos cultos. “É uma sensação indescritível ser pai de uma missionária. Creio que milagres não se explicam, não se justificam, e a minha filha é um milagre de Deus”, diz ele.


Fonte: www.creio.com.br




terça-feira, 11 de outubro de 2011

Rafinha Bastos na mira dos Pastores





Líderes comentam recentes polêmicas de CQC suspenso da Band


A atitude do humorista Rafinha Bastos, afastado do programa CQC, da Band, continua causando controvérsias e críticas, agora entre os líderes evangélicos.

Depois do comentário grosseiro de Rafinha sobre a cantora Wanessa Camargo durante a apresentação ao vivo do CQC, na Band, religiosos se levantaram para repreender a atitude do apresentador e falar sobre a liberdade de expressão.

O pastor Ed René Kivitz, da Igreja batista da água Branca, escreveu um artigo em seu blog a respeito do assunto. O artigo, entitulado “Os loucos, os tolos e os deuses”, que fala sobre os limites da liberdade de expressão.

"Quando alguém cruza a linha e resvala, ainda que irresponsável e displicentemente, no que é considerado sagrado e intocável por uma sociedade, qualquer que seja ela, a resposta é imediata e contundente. O comentário de Rafinha Bastos a respeito de Wanessa Camargo e seu ventre materno extrapolou os limites aceitáveis”, disse Kivitz em seu artigo.

Segundo ele, a questão é distinguir quais são os tais limites à liberdade que devem ser aceitos. “Há os que escolhem a própria consciência como paradigma único”, diz o pastor. Para Kivitz, alguns desses personagens foram considerados pela sociedade como loucos, rebeldes, ou ávidos pela fama a qualquer preço, além de prepotentes e com falhas de caráter.

O pastor batista faz uma ponderação a respeito do que chama de ‘personalidades à frente do seu tempo’, como pessoas que construíram novos paradigmas de civilização, e cita Jesus de Nazaré: “são personalidades à frente de seu tempo que hoje reverenciamos, e um deles até hoje é considerado Deus – Jesus de Nazaré”.

Kivitz analisa a cultura do humor no Brasil, dizendo que enquanto não se pode fazer piada sobre a pedofilia, se pode fazer piada sobre Jesus. “No Brasil, você pode contar piada sobre Jesus, José e Maria, mas não pode fazer graça com pedofilia. Quem não respeita limites impostos pelo consenso para a sua liberdade, cedo ou tarde acaba crucificado. O tempo se encarrega de mostrar se o morto será esquecido como louco, sepultado como tolo, ou adorado como Deus”, conclui o líder evangélico.

Outros pastores também divulgaram sua opinião sobre o caso em seus blogs. Foi o caso de Márcio de Souza, diretor do Seminário Teológico Casa do Oleiro.

“É o fim da picada. Esse cara tem que ser preso. Quero ver os defensores do humor partir em defesa do seu queridinho agora”, opinou o líder evangélico.


Fonte: www.creio.com.br

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