quarta-feira, 15 de julho de 2020

PARÁBOLA DOS TRABALHADORES NA VINHA



A leitura da PARÁBOLA DOS TRABALHADORES NA VINHA em Mateus 20.1-16 nos deixa ver que por onde Jesus passava, tanto se manifestava a bondade e a fé dos pequeninos e simples de coração para crer como também se manifestava a maldade da virtude dos seres movidos pela justiça própria. Os que andam em justiça própria não podem agradar a Deus, posto que aquilo que Deus chama de bondade e misericórdia eles chamam de injustiça.

É no chão da justiça própria que a inveja também nasce com força descomunal e com tendência psicológica homicida. Não necessariamente gera assassinos, mas infalivelmente produz milhões de juízes togados que são sem misericórdia nas sentenças que proferem. Toda inveja carrega uma carga homicida, posto que o invejoso quer o lugar do outro, o que é do outro, ou até ser o outro.

Ora, todo aquele que ao ver Deus ser gracioso e exagerado em Seu amor para com outro ser humano, ao invés de se alegrar, se ira e discorda de Deus, e odeia o que recebeu a dádiva e a ele se compara, e julga Deus injusto por havê-los igualado, este jamais conheceu a GRAÇA de Deus, posto que a primeira coisa que um ser humano que encontrou GRAÇA, descobre, é a sua total condição de desgraçado em si mesmo.

Cuidado para que você não odeie Deus, o “dono da vinha”, pela Sua soberania de ser bom para quem desejar e como bem entender, dando a qualquer um o que é Dele, e não devendo explicações a ninguém por assim fazer com o que é Dele.

Isso tornaria você um perverso aos olhos de Deus. Salve-se desse terrível mal. Ame a bondade de Deus.

domingo, 28 de junho de 2020

BICICLETAS PARA PASTORES


Em Bangladesh, pastores e evangelistas precisam viajar longas distâncias, de vilarejo a vilarejo, para evangelizar e ministrar cristãos reunidos em pequenos grupos. Porém, as estradas que levam às vilas podem ser perigosas e difíceis de percorrer. Ao chegar às áreas rurais, pastores enfrentam hostilidade de lideres muçulmanos, que veem o aumento do cristianismo como uma ameaça ao islamismo. Para facilitar o trabalho desses pastores e evangelistas itinerantes, a Portas Abertas quer entregar diversas bicicletas.

Ao doar *R$ 361,00 para esse projeto, você permite que um pastor receba uma bicicleta para alcançar ainda mais vidas com o evangelho. Coloque seu amor em ação!


OBSERVAÇÕES:

1) O valor sugerido, pode ser alterado para o valor desejado.
2) A doação deve ser feita diretamente no site PORTAS ABERTAS. Link abaixo.




segunda-feira, 4 de maio de 2020

O MITO DA ESPADA DE DÂMOCLES




Dâmocles era um súdito da corte do rei Dionísio, que administrava o reino sem contestações. Seu poder era absoluto e sua palavra, a lei. Vangloriava-se de ser todo-poderoso e vivia submerso nas delícias e vantagens do poder. Sempre que podia, Dâmocles expressava seu sonho de um dia poder ter à mão tudo o que desejasse.

Dâmocles insistiu tanto nesse desejo que Dionísio resolveu revelar-se as angústias do poder. Convidou-o para ser rei por um dia, com direito a coroa, cetro, banquete e tudo o mais. Mandou, porém, colocar uma espada em cima do trono, presa por um fio de crina de cavalo.

Dâmocles exultou. Finalmente seu sonho seria realizado. Vestiu-se com pompa, assumiu a condição de rei e mergulhou no banquete em sua homenagem. Porém, no meio da festa, levantou os olhos e viu, sobre sua cabeça, a espada ameaçadora, que poderia a qualquer momento decepa´-lo. Engoliu em seco, ficou morrendo de medo, mas entendeu nessa hora o que são as angústias do poder.”

Os Dâmocles modernos estão sempre preocupados. Sentem-se ameaçados, tendo ou não estabilidade econômica. No trabalho, têm medo de ser demitidos. No casamento, têm medo de ser traídos ou abandonados. Se são empresários, têm medo de ser abandonados pelos clientes. Têm medo de que uma simples gripe se transforme em meningite ou outra doença séria qualquer. Têm medo de que os filhos adolescentes se tornem viciados em drogas. Vivem sobressaltados com a possibilidade de acidentes ou ataques cardíacos. E são capazes de se assustar com o simples soar de uma campainha ou telefone.

Tendem a viver exaustos, pois, além do esforço consumido para realizar seus projetos, gastam uma enorme energia para aplacar os diálogos dentro de suas cabeças. O que mais os desgasta são as preocupações. Lutam para chegar ao sucesso e, quando o atingem, surge a imagem desse sucesso acompanhada por uma espada sobre a cabeça. A espada é imaginária, mas cria nos Dâmocles a dúvida que enfraquece seu poder.

Sabe o que é esse medo? É a ausência da fé. Mais cedo ou mais tarde, o medo acaba destruindo as pessoas, pois, enquanto o amor é o coração, a fé é a coluna vertebral. É ela que nos mantém em pé, mesmo quando estamos doentes, em um leito, ou perdidos numa tempestade de problemas. Dâmocles deixou, contudo, que a espada quebrasse sua fé, pois ninguém o proibiu de retirá-la de cima de sua cabeça.


Soli Deo gloria
Pastor Flavio Constantino

sexta-feira, 6 de março de 2020

QUEIMEM OS NAVIOS



Agátocles, Tirano de Siracusa, numa expedição marítima contra Cartago, ao desembarcar, mandou queimar todos os seus próprios navios e marchou contra Cartago, cujos habitantes, derrotou. Fez isso para anular para si próprio e a seus comandados qualquer possibilidade de fuga ou de voltar atrás. Sem os navios, seria impossível recuar.

O que essa história pode nos ensinar?

Muitas vezes começamos um projeto; entramos numa nova empreitada; fazemos uma mudança forte em nossa vida pessoal e ficamos pensando no passado. Ficamos sempre com a dúvida se deveríamos ou não ter feito o que fizemos ou tomado a decisão que tomamos. Estamos sempre com um pé no cais e um pé no navio. Será que não vale a pena recuar? Não terá sido uma loucura esta decisão?

E aí, se os navios estiverem no porto a nos esperar, é muito provável que tenhamos a tentação – mais confortável e segura – de voltar, de recuar.  Mas se queimarmos os navios (do passado), não teremos como recuar. Não haverá navios a nos esperar. Teremos que caminhar, ir em frente, acreditar, lutar, vencer.

Assim, quando você tomar uma decisão, ore bastante, pense bem antes e uma vez tomada, queime os navios, ou seja, não pense mais no passado e vá em frente! Se ficarmos pensando na possibilidade de recuar, jamais empreenderemos o esforço total para vencer os desafios que por certo surgirão à nossa frente.

Lembre-se do Apóstolo Paulo em Fp 3; 13-14 “...esquecendo-me das coisas que para trás ficam, e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo...”

QUEIMAR OS NAVIOS nada mais é do que eliminar a possibilidade de retroceder.


Soli Deo gloria
         Pastor Flavio Constantino

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

ONDE ESTÃO OS HUPERETAS?



Em 1Co 4.1 Paulo diz assim: “Que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus”.

Em primeiro lugar precisamos entender o sentido etimológico do termo “ministro”, para não ficarmos aquém do entendimento correto sobre o ponto de vista, a partir da ótica bíblica, sobre quem é o ministro e qual deve ser a sua forma de atuação.

Em alguns países , por exemplo, o ministro é um membro do Poder Executivo, geralmente nomeado pelo Presidente da República, por ocasião do início de seu mandato. Nesta conjuntura, a posição de ministro denota um sentido de importância e eminência. Certamente, por força do cargo, será respeitado, admirado, temido e até invejado. Trata-se de uma honra por demais elevada. Fica evidente que o uso do termo não é de domínio exclusivo das igrejas evangélicas quando denominam seus pastores de, justa e respeitosamente, “Ministros da Palavra” ou “Ministros do Evangelho”.

A palavra ministro vem do latim minus, que significa menor. Antigamente, o ministro era um simples criado. Aquele que executava as tarefas menores na casa de seu senhor. Não é sem razão, por tanto, que os pastores são, também, chamados ministros.

Paulo conceitua o ministro como um servo, todavia, o termo utilizado em I Coríntios 4.1, no original grego é “huperetas”. Literalmente significa "remador-subordinado", alguém inteiramente submisso à vontade de outrem. Tratava-se de um escravo condenado à morte, cuja única função era remar no porão mais inferior dos grandes navios romanos, do tipo Trirreme.

A Trirreme caracterizava-se por três fileiras de remos, em que cada remo era movido por um remador. Os remadores estavam escalonados e colocados de forma a que o seu movimento não impedisse o do remador mais próximo de manusear o remo. Os remos tinham entre 4 a 4,2 metros cada um.

Embora as Trirremes tivessem várias configurações e não fossem naturalmente todas iguais, podemos considerar que o tipo mais comum tinha cerca de 200 pessoas. Dessas, 170 eram tripulação e, os restantes 30, faziam parte da guarnição.

A Trirreme grega era especialmente utilizada para abalroar navios inimigos tentando, posteriormente, fazer marcha à ré. Assim, afundava-se o navio e passava-se ao navio seguinte.

A aproximação romana ao problema parece ter sido diferente, porque os romanos pretendiam não necessariamente destruir o navio inimigo, mas sim capturá-lo. Por isso desenvolveram sistemas que permitiam e facilitavam a abordagem. Por essa razão as Trirremes romanas muitas vezes tinham uma maior guarnição (até 100 homens) que os navios gregos que estavam reduzidos a um pequeno número de 30 homens a bordo.

A partir do entendimento do que era um huperetas e no que consistia sua função na trirreme, percebemos exatamente que tipo de recado Paulo pretendia dar aos crentes da igreja em Corinto, visto a arrogância e orgulho dos mesmos não condizer, exatamente, com a figura do huperetas.

Em que pese a posição de serviçal, subordinado e escravo do remador (huperetas-ministro), outras considerações devem ser feitas a respeito do mesmo:

1) O remador não o era por vontade própria, escolha ou interesse pessoal, isto lhe era imposto;

2) Não era uma profissão e, sim, uma imposição à qual não havia como resistir;

3) Considerando que antes de se tornar remador já se tratava de um condenado à morte, sê-lo dava-lhe uma opção à morte imediata. Sobreviveria mais algum tempo (quem sabe?);

4) Geralmente ficava acorrentado ao navio enquanto remava, para evitar a fuga em meio aos perigos e riscos da batalha;

5) Por conta disto, o seu destino estava irremediavelmente ligado ao do navio, se este afundasse...;

6) Devia remar em sintonia com os demais remadores, para tanto, havia alguém marcando o ritmo num tambor;

7) Remava de acordo com as ordens do capitão que estava no nível superior do navio e que, portanto, tinha a visão certa do sentido a ser tomado e, enfim;

8) Era responsável pelo movimento da embarcação, porém, os resultados e méritos da batalha atribuíam-se ao capitão.

Concluímos então que o ministério não é profissão e sim vocação. Profissão se aprende; vocação se recebe:. Os riscos são imensos. Talvez o ministro sobreviva; talvez morra em meio à batalha. O remador viveria enquanto estivesse ligado ao navio e neste fosse útil. Em certo sentido a vida do ministro está estritamente relacionada ao ministério e só nele ela tem sentido. O verdadeiro ministro vive e morre pelo ministério; nele está seu senso de utilidade. Seu amor, gratidão e todo sentimento justo para com seu Mestre se revela no esforço empreendido no ministério, com vistas a agradá-Lo.

Ministro e ministério formam um todo harmônico. Um sem o outro é improvável, inexistem, perdem a razão de ser. Estão estritamente ligados; o fim de um é o fim do outro. O sucesso de um é o sucesso de ambos. Estão acorrentados entre si; não tem como separar-se, a menos que cumpram juntos sua missão. Perecendo o ministro, perece seu ministério; sobrevivendo um, sobrevivem ambos. A proteção deve ser mútua.

Um único remador não podia mover sozinho a embarcação. O bom ministro arregimenta outros ministros para remar com ele. Reme ritmado, sincronizado com os demais. O remador, por si só, não tem senso de direção, recebe-o do capitão. Tanto a direção como a estratégia certa vem Daquele que está “acima”, no “nível superior”.

Por fim, o verdadeiro ministro caracteriza-se mais pelo resultado do seu serviço no reino de Deus do que pela posição em si (lembrando que a mesma é inferior). Deus cobra e exige resultados (Mt 25.26,27). Quando eles (os resultados) aparecem, os méritos não são do remador, mas, do Capitão. O ministro responde pelo movimento da embarcação. Se ela não está se movendo é porque ele não está remando. Talvez não esteja havendo harmonia entre os remadores da embarcação; falta ritmo, sincronismo (remar ao mesmo tempo, no mesmo sentido). Talvez não esteja entendendo as ordens do Capitão, ou, quem sabe, esteja empreendendo suas estratégias pessoais e não as Dele. Ao ministro compete pagar o preço mais elevado. Sua vida de submissão, devoção, oração, jejum, consagração, meditação e estudo da Palavra certamente colocará a embarcação em poderoso movimento de conquistas. Remando com graça e unção, cumpriremos nossa missão de huperetas-ministros de Cristo e inspiraremos outros para que também cumpram a sua (II Co 1-10; Fl 1.13,14).


Soli Deo Gloria

Flavio F Consatntino

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

BENNY HINN DIZ ESTAR ARREPENDIDO DE PREGAR TEOLOGIA DA PROSPERIDADE: “EVANGELHO NÃO ESTÁ À VENDA”




Declaração foi dada durante uma pregação, deixando os fiéis surpresos

O televangelista Benny Hinn está arrependido de pregar a teologia da prosperidade e declarou que está “corrigindo” sua teologia.

“Hoje, infelizmente, entre muitos círculos, tudo que você ouve é como construir a carne. É uma mensagem de se sentir bem… É tudo sobre ‘se sentir bem’, ‘fazer o bem’, tudo isso. Ganhe dinheiro, todo o resto. E lamento dizer que a prosperidade ficou um pouco cansativa e estou corrigindo minha própria teologia. E você precisa saber tudo”, declarou ele em uma pregação recente noticiada pela Relevant Magazine.

Benny Hinn declarou que hoje vê a Bíblia com outros olhos, diferente de como ele a viu há 20 anos. Ele declarou também que por um tempo hesitou em ir a público rejeitar estes ensinamentos para não magoar seus amigos que ainda acreditam e seguem essa teologia.

O pastor disse que hoje vê como “uma ofensa ao Senhor” dizer ao fiel doar uma alta quantia. “É uma ofensa ao Senhor, é uma ofensa dizer: ‘Dê $ 1.000’. Eu acho que é ofensa ao Espírito Santo colocar um preço no Evangelho. Para mim chega”, declarou.

A certa altura da pregação, Hinn perguntou aos espectadores: “Estou chocando você?” e continuou: “Dar tornou-se um truque que está me deixando mal do estômago”, disse ele. “E eu estou doente há um tempo também, eu simplesmente não conseguia dizer.”

O pastor de 66 anos afirmou que não quer ir para o céu e ser repreendido.

“Acho que é hora de dizermos assim: o Evangelho não está à venda”.


HOMEM TEM PARADA CARDÍACA E VOLTA À VIDA CONTANDO QUE FOI AO CÉU.



Ele entrou no Paraíso e contemplou uma atmosfera repleta da glória de Deus


O brasileiro identificado apenas como Marcus, viveu um grande milagre após sofrer uma parada cardíaca. Natural de Santa Catarina, ele e sua família moram nos Estados Unidos há um ano e foi lá que tudo aconteceu.

Membro da Igreja Luz da Vida de Balneário Camboriú, o vídeo foi compartilhado pelo pastor Charles Pereira e mostra o momento em que Marcus volta à vida emocionado, dizendo que “Deus é lindo”.

Depois, em uma chamada de vídeo, Marcus explica que viveu algo sobrenatural. Ele chegou a ir ao céu e pode falar com Deus.

“Quando eu dei entrada no hospital, Deus falou comigo. Eu entrei no Paraíso, um lugar tão lindo. Deus me mostrou o meu lugar, eu queria ficar lá, nisso Deus falou comigo que meu tempo não tinha acabado e que eu tinha que voltar. Abriu uma porta do nada e vi dois homens que me pediram pra eu voltar e então eu vi meu corpo na maca”.

Ele ainda recebeu um recado de Deus, dizendo que sua vinda está mais próximo do que nunca. É possível perceber que, ao acordar, ele chega a declarar que uma outra pessoa precisava aceitar Jesus.

Ao falar com o pastor, Marcus diz que é hora de proclamar o Evangelho. “Vamos proclamar o Evangelho de Deus, Ele mandou, vamos fazer isso”.



PARÁBOLA DOS TRABALHADORES NA VINHA

A leitura da PARÁBOLA DOS TRABALHADORES NA VINHA em Mateus 20.1-16 nos deixa ver que por onde Jesus passava, tanto se manifestava a bon...