quarta-feira, 15 de julho de 2020

PARÁBOLA DOS TRABALHADORES NA VINHA



A leitura da PARÁBOLA DOS TRABALHADORES NA VINHA em Mateus 20.1-16 nos deixa ver que por onde Jesus passava, tanto se manifestava a bondade e a fé dos pequeninos e simples de coração para crer como também se manifestava a maldade da virtude dos seres movidos pela justiça própria. Os que andam em justiça própria não podem agradar a Deus, posto que aquilo que Deus chama de bondade e misericórdia eles chamam de injustiça.

É no chão da justiça própria que a inveja também nasce com força descomunal e com tendência psicológica homicida. Não necessariamente gera assassinos, mas infalivelmente produz milhões de juízes togados que são sem misericórdia nas sentenças que proferem. Toda inveja carrega uma carga homicida, posto que o invejoso quer o lugar do outro, o que é do outro, ou até ser o outro.

Ora, todo aquele que ao ver Deus ser gracioso e exagerado em Seu amor para com outro ser humano, ao invés de se alegrar, se ira e discorda de Deus, e odeia o que recebeu a dádiva e a ele se compara, e julga Deus injusto por havê-los igualado, este jamais conheceu a GRAÇA de Deus, posto que a primeira coisa que um ser humano que encontrou GRAÇA, descobre, é a sua total condição de desgraçado em si mesmo.

Cuidado para que você não odeie Deus, o “dono da vinha”, pela Sua soberania de ser bom para quem desejar e como bem entender, dando a qualquer um o que é Dele, e não devendo explicações a ninguém por assim fazer com o que é Dele.

Isso tornaria você um perverso aos olhos de Deus. Salve-se desse terrível mal. Ame a bondade de Deus.

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