quinta-feira, 17 de maio de 2012

Neymar, Jesus, os crentes e o amor ao mundo




Domingo o Santos se sagrou tri-campeão paulista.

Na comemoração, Neymar um dos principais jogadores da Vila, colocou uma bandana na testa com os dizeres “100% Jesus”.

Pois é, logo depois da comemoração no campo o famoso jogador seguiu em direção a uma conhecida casa de shows. A folia, segundo o UOL, aconteceu em uma boate com lista fechada no centro da cidade de Santos. Segundo relato das convidadas, que costumavam sair para fumar, a festa tinha “dez garotas para cada homem”, a maioria trajando microssaias.

Ué! talvez você esteja perguntando: Neymar não é evangélico? Como é que ele pode professar sua fé em Cristo e ao mesmo tempo ir pra boate curtir a noite com a mulherada?

O pastor da Igreja Batista Peniel, de São Vicente, Newton Glória Lobato afirmou numa entrevista em julho do ano passaque Neymar é dizimista e que se senta nas últimas fileiras da igreja e que tem vergonha de dar o seu testemunho no microfone.

Caro leitor, na minha perspectiva Neymar é o protótipo de boa parte dos evangélicos no Brasil. Na verdade, muitos dos que se autodenominam cristãos pensam que são crentes, sem contudo terem tido a experiência do novo nascimento.

Ora, é impossivel amar ao mesmo tempo Cristo e o mundo. Ou somos de Deus e vivemos pra Deus ou somos do mundo e vivemos pro mundo! O problema é que o evangelho pregado por alguns dos evangélicos, distorce a verdade da Cruz, dizendo pro homem que ele pode seguir a Cristo e ao mesmo tempo curtir os prazeres do mundo.

Prezado amigo, seguir a Jesus implica em mudança de vida, de atitudes e comportamento. Seguir a Jesus é muito mais do que cantar os hits gospel, seguir a Jesus é muito mais do que colocar bandanas na testa, seguir a Jesus significa negar os prazeres do pecado e viver integralmente para Deus.

Lamentavelmente a geração gospel vibra mais com bandanas, shows e salamaleques do que com àquele que por amor a Cristo abandona os prazeres do mundo.

Pense nisso.

Renato Vargens é pastor, conferencista, escritor e tricolor. Curte o futebol, mas sempre joga na defesa (da fé).

Um comentário:

  1. Caro pr. Flávio Constantino,

    A paz amado!

    Vergonhoso fica para o interesseiro do pastor que não recusa o dízimo do artista futebolístico.

    Se ele paga ou devolve o dízimo, seja como seja, a Bíblia não utiliza a o verbo PAGAR e enm o verbo DEVOLVER, o pastor conseguirá um jeitinho todo especial nas escrituras, para que o jogador agrade a Deus e a mamom, sem falar em baal.

    Risos!!!

    O Senhor seja contigo, nobre pastor,

    O menor cada vez mais menor.

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