sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

FELIZ 2011 !!!!!!


QUE DEUS POSSA NOS GUIAR NESSE NOVO ANO.

Depois da meia-noite, virá o Ano Novo...

O engraçado é que teoricamente continua tudo igual...

Ainda seremos os mesmos.

Ainda teremos os mesmos amigos.

As mesmas dívidas (emocionais e/ou financeiras).

Ainda seremos fruto das escolhas que fizemos durante a vida.

Ainda seremos as mesmas pessoas que fomos este ano...

A diferença, a sutil diferença, é que quando o relógio nos avisar que é meia-noite do dia 31 de dezembro de 2010, teremos um ano INTEIRO pela frente!

Um ano novinho em folha!

Como uma página de papel em branco, esperando pelo que iremos escrever.

Um ano para começarmos o que ainda não tivemos força de vontade, coragem ou fé...

Um ano para perdoarmos um erro, um ano para sermos perdoados dos nossos...

365 dias para fazermos o que quisermos...

Sempre há uma escolha..

E, exatamente por isso, eu desejo que vocês façam as melhores escolhas que puderem.

Desejo que sorriam o máximo que puderem.

Cantem e tenham atitudes que agradam ao Senhor Deus .

Amem mais. Abracem bem apertado.

Agradeçam por estarem vivos e terem sempre mais uma chance para recomeçar.

Espero que 2011 seja um ano bem mais feliz, amoroso e próspero para todos.

UM GRANDE ABRAÇO A TODOS AQUELES QUE DIRETA OU INDIRETAMENTE PARTICIPARAM DESSE SINGELO BLOG.

A ESPERANÇA QUE RENASCE TRAZ CONSIGO A SEGUINTE MENSAGEM: "2011 SERÁ O ANO DA VIRADA "

sábado, 25 de dezembro de 2010

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O Pedro nasceu - Feliz natal!!!!


Para nossa alegria nasceu no dia do aniversário de minha esposa 21/12 às 22:40hs o pequeno Pedro. O meu primeiro sobrinho filho de Flaviana Constantino (minha irmã) e Wedner Chagas. Nasceu com 3,110Kg e 49,5 cm. Dizem as boas línguas que ele parece comigo, rsrsrsrs.

Esse sim foi um grande presente de natal para todos nós.

Que Deus possa abençoar essa família

Parabéns aos pais Flaviana Constantino e Wedner Chagas.

Seja bem-vindo Pedro!!!

domingo, 19 de dezembro de 2010

Imagine Um Natal....


Imagine um Natal que não seja visto apenas pelo lado romântico – emocional.

Imagine um Natal que não seja a própria negação do que o Natal por si e em si significa. Um Natal que não tenha somente papais noéis, comerciais de TV, apelos ao uso excessivo de comida e bebida e imensas árvores de Natal, um Natal que não seja absorvido pelo espírito do comércio e de uma sociedade que vive para forçar a necessidade de consumo.

Imagine você um Natal que não negue a Jesus e nem o veja apenas como uma boa mercadoria, extremamente marketável.

Imagine um Natal não corrompido, não capaz de enfeitar o inenfeitável, de estragar o inestragável, de mediocrizar o inemediocrizável. Um Natal que só sabe ter valor sendo simples, e só sabe ser bonito sendo como é, e só faz sentido sendo singelo.

Imagine um Natal que não tenta conter prédios sobre aquilo que Deus não construiu nada, exceto a misericórdia; UM NATAL que não substitui a alegria por luzes e velas, o amor por presentes, esperança por segurança institucional, e Jesus por Papai Noel.

Imagine um Natal que não tenha as alegrias fugazes de um só momento, mas a alegria que vem de Deus e é resultado de se reagir à notícia a respeito da salvação. A alegria do Natal tem que ser alegria de salvação.

Imagine um Natal que tenha como público – alvo “...todo o povo” (Lc 2.10b). Um Natal que não seja apenas para uns poucos privilegiados que podem comprar peru e caros presentes, pois o público básico do Natal é o povo.

Imagine um Natal que se revista da incrível idéia de encontrar os seus verdadeiros sinais nas pessoas simples e nas coisas simples. “E isto vos servirá de sinal: encontrareis uma criança envolta em trapos e deitada em manjedoura” (Lc2.12).

Imagine um Natal de sentimentos louváveis, pois no Natal o coração tem que estar cheio de louvor a Deus e a alma absolutamente disposta à reconciliação com os nossos inimigos e semelhantes: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra entre os homens” (Lc 2.16,17).

Imagine um Natal que devolva a vida uma nova atitude existencial: “... voltaram... louvando a Deus pelo que tinham visto e ouvido” (Lc 2.20).

Imagine um Natal com sentimentos diferentes, aspirações novas, alvos e metas louváveis. Um Natal baseado nas palavras bíblicas de Lucas 14.12-14, em que o banquete seja para os excluídos, e os convidados sempre sejam aqueles que não podem nos devolver o favor.

Imagine um Natal de ocasiões propicias para o perdão, de reencontro, aproximação dos diferentes, dos dessemelhantes que conseguem conviver num mesmo espaço existencial.

Imagine um Natal onde os homens e mulheres, no mundo, busquem a paz e a harmonia; onde se preocupem com o desarmamento, desfaçam-se do seu ódio histórico e as marias de trouxas de roupas na cabeça não percam os seus filhos para o tráfico; um Natal sem fatalismo e sem os horrores das novas guerras santas que deliniam um cenário escatológico à nossa frente.

Imagine um Natal de crianças cantando, brincando, correndo e seguras de um futuro abençoado por Deus. Um Natal que começou numa manjedoura com um casal e uma criança sob o foco da luz de Deus.

Desejo este Natal para todos os homens e mulheres, crianças, adolescentes, jovens... todos os que respiram sejam beneficiados por esta data que passou a aproximar os homens do mundo inteiro, mesmo que por um dia.

Que Jesus, a razão única do Natal, nasça em nossos corações.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Os Milagres Numa Perspectiva do Reino

Em uma época de tanta mercantilização da fé, vale a pena assistir essa mensagem que Deus nos deu para ministrarmos à Igreja. Assista os vídeos abaixo:

Parte 01



Parte 02



Parte 03



Parte 04



Parte 05



Parte 06

sábado, 11 de dezembro de 2010

Reino de Deus ou Reino dos Céus?


O novo Testamento registra duas expressões para a mesma realidade: reino de Deus e reino dos céus. Os dois autores de evangelhos, Mateus e Marcos, escrevendo sobre o mesmo fato, no início do ministério de Jesus, usaram uma e outra expressão. Mateus, por exemplo, diz que Jesus começou a pregar: “...é chegado o reino dos céus (Mt 4.17), e Marcos, referindo-se ao mesmo episódio, diz: “...é chegado o reino de Deus” (Mc 1.15). Ambas as expressões aludem a um mesmo Reino que tem Deus como Rei. Posto isto, Reino dos céus e Reino de Deus são sinônimos perfeitos.

Ainda poderíamos apresentar outras passagens paralelas em que Mateus usa a expressão “Reino dos céus” e Marcos e Lucas usam “Reino de Deus”. Mas queremos apresentar uma só passagem em que Jesus tanto usa a expressão “Reino dos céus” como “Reino de Deus”. Isto está em Mateus capítulo 19 versículos 23 e 24: “Disse então Jesus aos seus discípulos: Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no reino dos céus. E outra vez vos digo que é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus”.

Mas existe uma razão, porque Mateus preferia a expressão “reino dos céus” em contraste com todos os outros evangelistas, que usavam “reino de Deus”?

Primeiramente, devemos estar consciente da reverência que um judeu piedoso tinha para com o nome sagrado de Deus, sendo levado, sempre que possível, a substituí-lo por outro termo, dos quais “céu” era o mais frequentemente escolhido. Por isso Mateus, que escreveu para os judeus, fazia sempre esta substituição. Por exemplo, na parábola do filho pródigo, Lucas escreve: “Pai, pequei contra o céu e contra ti...” (Lc 15.21). Por outro lado, Marcos, que escreve para os romanos, vai utilizar a expressão “reino de Deus” ao se referir as mesmas passagens de Mateus.

Contudo, a melhor coisa a saber realmente sobre o Reino de Deus (ou dos céus) é que a boa nova do Reino veio a ser o cerne da pregação de Jesus, dos seus ensinamentos, do seu testemunho. O anúncio do Reino de Deus aos pobres irritou profundamente as elites religiosas de sua época, sendo considerado provocativo pelo Sinédrio, pelos príncipes dos sacerdotes, doutores da lei, escribas e fariseus. E constituiu-se na razão político-religiosa de sua morte na cruz (Lc 23.5).

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro - Por Sylvio Guedes


É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro. Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas.

Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente.

Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barzinhos de Ipanema e Leblon.

Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas chefias e diretorias.

Quanto mais glamuroso o ambiente, quanto mais supostamente intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco.

Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca - e brasileira, por extensão.

Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato.

Festa sem cocaína era festa careta.

As pessoas curtiam a comodidade proporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros, vizinhos aos edifícios ricos do asfalto.

Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou. Onde há demanda, deve haver a necessária oferta. E assim, com tanta gente endinheirada disposta a cheirar ou injetar sua dose diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das drogas.

Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes rastacuera, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam cabeças de quem ousa lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade.

Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é, digamos assim, tolerado.

São doentes os que consomem. Não sabem o que fazem. Não têm controle sobre seus atos. Destroem famílias, arrasam lares, destroçam futuros.

Que a mídia, os artistas e os intelectuais que tanto se drogaram nas três últimas décadas venham a público assumir:

"Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro."
Façam um adesivo e preguem no vidro de seus Audis, BMWs e Mercedes.


Autor:
Sylvio Guedes
(editor - chefe do Jornal de Brasília)

Fonte:
Jornal de Brasília
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