terça-feira, 29 de junho de 2010

Como a Prata


Havia um grupo de mulheres num estudo bíblico do livro de Malaquias. Quando elas estavam estudando o capítulo 3, elas se depararam com o versículo 3 que diz: “Ele assentar-se-á como fundidor e purificador de prata"...

Este verso intrigou as mulheres e elas se perguntaram o que esta afirmação significava quanto ao caráter e natureza de Deus. Uma das mulheres se ofereceu para tentar descobrir como se realizava o processo de refinamento da prata e voltar para contar ao grupo na próxima reunião do estudo bíblico.

Naquela semana esta mulher ligou para um ourives e marcou um horário com ele para assisti-lo em seu trabalho.

Ela não mencionou a razão de seu interesse na prata nada além do que sua curiosidade sobre o processo de refinamento da prata. Enquanto ela o observava, ele mantinha um pedaço de prata sobre o fogo e deixava-o aquecer.

Ele explicou que no refinamento da prata devia-se manter a prata no meio do fogo onde as chamas eram mais quentes de forma a queimar todas as impurezas. A mulher pensou em Deus mantendo-nos num lugar tão quente, depois ela pensou sobre o verso novamente, que "ele se assenta como um fundidor e purificador da prata".

Ela perguntou ao ourives se era verdade que ele tinha que se sentar em frente ao fogo o tempo todo que a prata estivesse sendo refinada. O homem respondeu que sim, ele não apenas tinha que sentar-se lá segurando a prata, mas também tinha que manter seus olhos na prata o tempo inteiro que ela estivesse no fogo. Se a prata fosse deixada, apenas por um momento, em demasia nas chamas ela seria destruída.

A mulher silenciou por um instante. Depois ela perguntou:

– Como você sabe quando a prata está completamente refinada? Ele sorriu e respondeu:
– Oh, é fácil! quando eu vejo a minha imagem nela.

Ao analisar esse texto podemos concluir que assim é Deus com sua forma de agir em nossas vidas, vezes por outra nos permite que passar por provas, adversidades, ou seja, pelo fogo para nos purificar, pois como o fundidor sabe que ao terminar o processo de purificação passa-se a refletir a imagem do purificador, ou seja, a imagem de Deus.

Sei que não é fácil passar por provas de fogo, mas posso garantir que é necessário, para que venhamos a saber que Deus está no controle de nossa vida, mas saiba que Deus jamais permitirá lutas em sua vida a qual não possa suportar, Ele nos criou conforme Sua imagem e semelhança e sabe o que realmente podemos suportar.

É bem certo que passar pelo fogo não é fácil, pois dói, machuca, mas com certeza traz transformações que nos permite uma aproximação maior com Deus.

Meu amigo e irmão, será que Deus tem visto a sua imagem na tua vida, no teu proceder?

Pensemos nisso.....

Fonte: http://jairoelin.blogspot.com/

sábado, 26 de junho de 2010

Uma Campanha para mudar a Igreja


Por concordar plenamente com o artigo postado pelo nobre Pastor Geremias do Couto em seu blog, reproduzo aqui o seu artigo.

Há alguns meses prometi lançar uma campanha nacional neste blog. Reconheço que demorei bastante. São as muitas ocupações. Mas aí está. É uma proposta simples para que as igrejas, independente de sua filiação denominacional ou autonomia, suspendam certas práticas durante pelo menos um ano e depois parem para avaliar em que elas melhoraram, onde progrediram, ou se, ao contrário, houve algum retrocesso. Acho a última hipótese improvável, mas é um direito que cada igreja tem de fazer a própria avaliação. Caso o progresso seja percebido, aconselho que a suspensão seja mantida, pois o Reino de Deus só terá a ganhar.

Se você concordar com os termos abaixo, fique à vontade para reproduzir em seu blog (citada a fonte), afixar no mural de sua igreja, caso seja o pastor, ou encaminhar aos seus líderes para que eles tomem conhecimento e avaliem se vale ou não a pena aderir à campanha.

Às propostas:

1. Deixe de promover eventos festivos um atrás do outro, que acarretam enormes despesas à igreja e pouco resultado trazem à vida espiritual dos crentes e à evangelização, mas não abra mão dos cultos "normais", onde todos podem ser edificados mutuamente. Aqui a comunhão pode ser experimentada em sua dimensão mais profunda.

2. Pare de criar nomenclaturas para definir um culto do outro, como, por exemplo, "culto da vitória", "culto de libertação", "culto de avivamento", "culto da virada" etc., pois culto se presta a Deus de acordo com os elementos descritos no Novo Testamento, e todos eles, quando prestados de fato ao Senhor, cumprem todas as finalidades bíblicas.

3. Reprograme as atividades extra-cultos em sua igreja, entre elas os ensaios dos diferentes departamentos musicais, para não correr o risco de um ativismo improdutivo e ter os horários de tal maneira ocupados com tantas programações que o tempo para o verdadeiro culto a Deus seja escasso, trazendo sérios prejuízos espirituais à vida dos crentes.

4. Tome a decisão radical de não convidar cantores famosos para "abrilhantar" os festejos da igreja (até porque estes em grande parte já não mais farão parte do calendário, pelo menos por um ano) e você descobrirá quantos talentos escondidos na própria igreja poderão ser aproveitados, sem custo algum, nos cultos regulares ou em outro evento extremamente indispensável. Além disso, se não houver demanda, os cantores (sem cair no terreno da generalização) deixarão de cobrar os elevados cachês e, quem sabe, aprendam a ver o que fazem como ministério e não como profissão.

5. Não deixe também de valorizar o cântico congregacional. Uma igreja que adora a Deus unida pode experimentar a vida comunitária com muito maior comunhão e proveito do que aquela em que os membros são meros assistentes de culto. Vêm e vão sem nenhum comprometimento com a vida comunitária.

6. De igual modo, pare de convidar pregadores renomados, os quais seguem a mesma linha dos cantores "profissionais" e chegam nas igrejas com os DVDs (ou CDs) da mensagem ainda a ser pregada já prontos para serem colocados à venda na porta da igreja por um preço bem módico. Quem sabe eles (sem cair também no terreno da generalização) da mesma forma aprendam e passem a servir e não buscar serem servidos.

7. Na ausência dos pregadores que não serão mais convidados, pare de "encher linguiça" durante os cultos, não mais ofereça "capim seco" às suas ovelhas, mas prepare-se para a cada culto ter sempre uma nova mensagem bíblica, cristocêntrica, sem apelar para os conhecidos e já surrados chavões, que alimente o povo e lhe aguce o desejo de voltar nos próximos cultos.

8. Pare de valorizar o formalismo da oração, que envaidece o coração farisaico, mas ensine a sua igreja o que significa orar e torne isso parte do metabolismo espiritual dos crentes de maneira que a oração, a conversa com Deus, profunda, livre e sincera, permeie tudo quanto a igreja faça.

9. Pare de promover eventos evangelísticos, mas faça com que a igreja encarne a paixão pelas almas e passe a empregar o velho (mas sempre novo) evangelismo pessoal como meio de alcançar os perdidos para Cristo. Uma boa maneira maneira é estimular a cada um para que se comprometa a orar, fazer amizade e convidar os seus parentes, amigos e vizinhos com regularidade para que assistam os cultos e ouçam a Palavra de Deus, Não é preciso ir longe. O campo está perto de cada crente. Saiba que 99% das pessoas que frequentam a igreja, hoje, foram trazidas por alguém e não por um "programa".

10. Valorize os cultos nos lares, de maneira sistemática, sem se preocupar com nomenclatura. A igreja primitiva se reunia no templo e nas casas e a maioria absoluta das igrejas existentes tiveram início em reuniões familiares.

11. Pare de fazer conchavos políticos e buscar os favores de candidatos para esta ou aquela atividade. O custo não vale a pena, compromete a voz profética e gera insatisfação entre os crentes. A melhor coisa que uma igreja faz é realizar as suas atividades com a própria receita. Quem quiser contribuir, que o faça em oculto, quando os diáconos passarem com as salvas ou quando os crentes forem chamados ao gazofilácio.

12. Resista a tentação de não cumprir as propostas acima. Sempre haverá os insatisfeitos que forçarão a barra. O risco é grande de você quebrar o compromisso, mas a perseverança é companheira dos que querem alcançar os seus objetivos. Portanto, siga em frente, olhando apenas para Jesus. Você não será decepcionado.

Conclusão

Posso afirmar com segurança, que, com essas decisões, entre tantas outras que podem ser tomadas, sua igreja, ao final de um ano, terá progredido muito mais em todos os sentidos do que se você insistir com esse sistema carcomido que muito aparenta, mas pouca eficácia tem para a igreja como corpo vivo de Cristo na terra.

Experimente e depois nos conte.

Fonte: http://geremiasdocouto.blogspot.com/

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Me engana que eu gosto



Texto de Ed René Kivitz

As culturas devem ser lidas nas linhas e entrelinhas. As linhas falam da coisa em si. As entrelinhas falam do espírito da coisa. As entrelinhas podem distorcer e até mesmo destruir o que está dito nas linhas.

Com a cultura cristã não é diferente. Veja o exemplo da assinatura da Igreja Universal do Reino de Deus, a saber, Jesus Cristo é o Senhor. De acordo com o Novo Testamento, isso significa que devemos viver como escravos dos propósitos de Jesus Cristo: ele manda e a gente obedece, ele propõe e a gente executa, ele dirige e a gente segue, pois afinal de contas, Ele é o Senhor. Mas na cultura da IURD, as entrelinhas dessa afirmação fazem com que ela signifique que Jesus pode realizar todos os seus desejos, afinal de contas Ele é o Senhor. A relação fica invertida: você clama e ele responde, você reivindica e ele atende, você pede com fé e ele lhe dá o que foi pedido, você participa da corrente de oração e se submete aos 318 pastores e Jesus faz a sua vida próspera e confortável, pois Jesus Cristo é o Senhor e você é “filho do rei”, de modo que não há qualquer motivo para que você continue nessa vida miserável, daí a segunda convocação da IURD: “para de sofrer”. Percebe como as linhas dizem uma coisa e as entrelinhas dizem outra?

O movimento evangélico é mestre em fazer confusão e promover distorção do Evangelho em virtude desse jogo de linhas e entrelinhas. Um exemplo disso é a mensagem VAI DAR TUDO CERTO, que recebi essa semana.

SALMO 22
VAI DAR TUDO CERTO


DEUS me pediu que te dissesse que tudo irá bem contigo a partir de agora.
Você tem sido destinado para ser uma pessoa vitoriosa e conseguirá todos teus objetivos.
Nos dias que restam deste ano se dissiparão todas as tuas agonias e chegará à vitória.
Esta manhã bati na porta do céu e DEUS me perguntou...
"Filho, que posso fazer por você ?"
Respondi:
"Pai, por favor, protege e bendiz a pessoa que está lendo esta mensagem".
DEUS sorriu e confirmou: "Petição concedida".
Leia em voz baixa...
"Senhor Jesus :
Perdoa meus pecados.
Amo-te muito, te necessito sempre, estás no mais profundo de meu coração, cobre com tua luz preciosa a minha família, minha casa, meu lugar, meu emprego, minhas finanças, meus sonhos, meus projetos e a meus amigos".

Passe esta oração a 5 pessoas, no mínimo.
Receberás um milagre amanhã.
Não o ignore.

Deus tem visto suas Lutas.
Deus diz que elas estão chegando ao fim.
Uma benção está vindo em sua direção.
Se você crê em Deus, por favor envie esta mensagem para 20 amigos.
Se acredita em Deus envia esta mensagem a 20 pessoas,
se rejeitar lembre Jesus disse:
“se me negas entre os homens, te negarei diante do pai” Dentro de 4 minutos te dirão uma notícia boa

Deixo de lado a crítica gramatical e o péssimo uso da lingua portuguesa. Dedico minha atenção ao conteúdo da mensagem que, travestida de cristã, é absolutamente anti-cristã: mentirosa, fantasiosa, desprovida de qualquer sentido bíblico, desalinhada com o todo do ensino e experiência de Jesus, seus apóstolos, e seus primeiros seguidores, totalmente alinhada com os dircursos baratos da auto-ajuda e da enganação religiosa, enfim, uma versão barata e piedosinha da superstição sincrética do espiritualismo popular.

A afirmação “vai dar tudo certo”, lida de acordo com as linhas do Novo Testamento, significaria, por exemplo, que os propósitos de Deus prevalecerão, a marcha da igreja de Jesus Cristo contra os poderes do mal será vitoriosa, a vontade de Deus será um dia feita na terra como o céu. Mas também significaria que os seguidores de Jesus seriam sempre ovelhas em meio aos lobos [Mateus 10.16], odiados pelo sistema sócio-político-econômico anti reino de Deus, ameaçados de morte, rejeitados, caluniados, e perseguidos por causa do nome de Jesus [Mateus 5.10-12], e passariam por muito sofrimento e tribulação antes de receberam a vitória plena no reino eterno de Deus [Atos 14.22]. Isto é, antes de dar tudo certo, daria tudo errado.

A convicação de que “em Cristo somos mais que vencedores” [Romanos 8.37], e que “em Cristo Deus sempre nos conduz em triunfo” [2Coríntios 2.14], é também acompanhada de uma profunda compreensão a respeito dos custos de se colocar ao lado de Deus e do reino de Deus, em oposição à injustiça e aos agentes promotores e mantenedores da morte no mundo.

Porque me parece que Deus nos colocou a nós, os apóstolos, em último lugar, como condenados à morte. Viemos a ser um espetáculo para o mundo, tanto diante de anjos como de homens. Nós somos loucos por causa de Cristo, mas vocês são sensatos em Cristo! Nós somos fracos, mas vocês são fortes! Vocês são respeitados, mas nós somos desprezados! Até agora estamos passando fome, sede e necessidade de roupas, estamos sendo tratados brutalmente, não temos residência certa e trabalhamos arduamente com nossas próprias mãos. Quando somos amaldiçoados, abençoamos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, respondemos amavelmente. Até agora nos tornamos a escória da terra, o lixo do mundo. [1Coríntios 4.9-13]
Fica, portanto, muito evidente que quando os cristãos do Novo Testamento diziam que “vai dar tudo certo” estavam afirmando coisas completamente diferentes dessas afirmadas na mensagem que recebi pela internet, que diz:

Tudo irá bem contigo a partir de agora.

Você tem sido destinado para ser uma pessoa vitoriosa e conseguirá todos teus objetivos.

Nos dias que restam deste ano se dissiparão todas as tuas agonias e chegará à vitória.

Cobre com tua luz preciosa a minha família, minha casa, meu lugar, meu emprego, minhas finanças, meus sonhos, meus projetos e a meus amigos'.

Receberás um milagre amanhã.

Uma benção está vindo em sua direção.

Dentro de 4 minutos te dirão uma notícia boa.


Meu amigo, minha amiga, não é verdade que “tudo irá bem contigo a partir de agora”, e também não é verdade que “você tem sido destinado para ser uma pessoa vitoriosa e conseguirá todos teus objetivos”. Não se iluda, pois não é verdade que “nos dias que restam deste ano se dissiparão todas as tuas agonias e chegará à vitória”. Preste atenção: o compromisso cristão não suplica que Deus cubra com sua luz “minha família, minha casa, meu lugar, meu emprego, minhas finanças, meus sonhos, meus projetos e a meus amigos”. Na verdade, o compromisso cristão exige que você deixe de viver para seus sonhos, seus planos e seus projetos e passe a viver para Deus, pois, como ensina a Bíblia, “o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou“ [2Coríntios 5.14,15], e justamente por isso é que quem deseja seguir a Jesus deve lembrar o que Jesus disse:

"Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá, mas quem perder a sua vida por minha causa, a encontrará. Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma?” [Mateus 16.24-26]

Também não é verdade que “receberás um milagre amanhã” e que “dentro de quatro minutos te dirão uma notícia boa”.

Pelo amor de Deus, jogue fora esse evangelho açucarado, que promete o que Deus jamais prometeu, e gera falsas esperanças nas pessoas. Respeite o sofrimento e a dor das milhares de pessoas que, apesar de sua fé, e talvez justamente por causa de sua fé, passam fome, não têm mínimas condições de sobrevivência, sofrem as consequências de tragédias pessoais e fatalidades naturais, são vítimas de um sistema mundano cruel, que as condena à escravidão e a uma vida sem futuro. Lembre dos cristãos que vivem na África, na Índia, na América Latina, e nos rincões miseráveis do Brasil. Seja solidário com as minorias: os negros escravizados, as mulheres violentadas, as crianças abusadas, as populações indígenas dizimadas, os refugiados de guerra, os perseguidos políticos, os desaparecidos. Respeite a grandeza dos cristãos perseguidos e mortos sob a tirania do fundamentalismo islâmico e dos regimes políticos ateístas. Pense um pouco se essa mensagem “vai dar tudo certo, todos os seus sonhos se realizarão, você vai receber um milagre amanhã” faz algum sentido na ala infantil do Hospital do Câncer, no campo de refugiados (mutilados) de Angola, ou nos casebres secos do sertão brasileiro.

Construa sua fé sobre um alicerce mais sólido. Por exemplo, o Salmo 22, aviltado com essa mensagenzinha “vai dar tudo certo”. Aliás, é bom lembrar que Bíblia não é um livro que pode ser manuseado por qualquer pessoa, de qualquer jeito. Da mesma maneira que não é qualquer pessoa que pode dar palpite a respeito do direito, de medicina, da engenharia, ou do marketing, também a teologia exige um mínimo de preparo, senão, muito preparo mesmo. Digo isso porque talvez o autor dessa mensagenzinha não saiba que o Salmo 22 é um dos Salmos messiânicos, que profetiza o sofrimento e o fracasso do Messias, que foi (1) abandonado por Deus e pelos homens [Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste? Por que estás tão longe de salvar-me, tão longe dos meus gritos de angústia? Meu Deus! Eu clamo de dia, mas não respondes; de noite, e não recebo alívio! Não fiques distante de mim, pois a angústia está perto e não há ninguém que me socorra], (2) rejeitado [Mas eu sou verme, e não homem, motivo de zombaria e objeto de desprezo do povo], (3) insultado [Caçoam de mim todos os que me vêem; balançando a cabeça, lançam insultos contra mim], (4) dilacerado pela dor que lhe foi brutalmente imposta [Como água me derramei, e todos os meus ossos estão desconjuntados. Meu coração se tornou como cera; derreteu-se no meu íntimo. Meu vigor secou-se como um caco de barro, e a minha língua gruda no céu da boca; deixaste-me no pó, à beira da morte. Cães me rodearam! Um bando de homens maus me cercou! Perfuraram minhas mãos e meus pés], e por fim (5) cuspido na cara e crucificado como impostor.

Para esse Messias não deu nada certo. Ele não recebeu uma boa notícia quatro minutos após sua agonia no Getsêmani, e também não recebeu um milagre no dia seguinte. No dia seguinte foi crucificado.

Mas esse Messias, apresentado pelo profeta como “homem de dores, que sabe o que é padecer” [Isaías 53], “Deus exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” [Filipenses 2.9-11]. Isso sim é dar tudo certo.

Provavelmente alguém vai dizer que é isso o que a mensagenzinha da internet quis dizer. Mas não foi. Nas linhas, pode ter sido. Mas no contexto da religiosidade popular e da subcultura evangélica, a mensagenzinha sugeriu que “os seus sonhos e os seus projetos” darão certo, e que você pode esperar para amanhã aquela resposta milagrosa de Deus para resolver seus problemas e dificuldades particulares, e que em quatro minutos você vai receber uma notícia boa, muito provavelmente trazendo a você uma benção na forma de conforto e prosperidade.

Em síntese, a mensagenzinha pode ser interessante, pode trazer uma esperança e um conforto para quem está lutando contra um sofrimento ou uma dificuldade medonha, e pode até mesmo trazer um alívio do tipo “eu sei que não é bem assim, mas é bom pensar que é, ou acreditar que pode ser”. Mas definitivamente essa mensagenzinha não tem nada a ver com o Evangelho de Jesus Cristo.

terça-feira, 22 de junho de 2010

26º Aniversário do Círculo de Oração em Bom Jesus de Itabapuana - RJ

Nos dia 19 e 20 de Junho foi comemorado o 26º Aniversário do Círculo de oração da Assembleia de Deus em Bom Jesus de Itabapoana - RJ. Igreja que tem como Presidente o nobre Pastor Eleal. A Pregação da Palavra ficou a cargo da Missionária Creusa da Assembleia de Deus em Quatis - Volta Redonda- RJ.


Da esquerda para a direita: Pr. Joel, Pr. Eleal (Presidente da Assembleia de Deus em Bom Jesus), Pr. Flavio Constantino, Pr. Josemar, Pb. João Batista.



Da esquerda para a direita: irmã Ester ( Regente do Círculo de oração ), Miss.Creuza (Preletora), irmã Leomir ( Dirigente do Círculo de oração)



Da esquerda para a direita: Miss. Josilene com a Bianca no colo, Miss. Nilcéia, irmã Katia.



Dueto: Pb.João Batista e sua esposa Ester.



Conjunto de irmãs do Círculo de oração da Igreja matriz.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Ser Pastor


Ser Pastor
É experimentar o gosto de sentimentos opostos;
é estampar no rosto a serenidade que tranqüiliza o aflito
e deixar rolar a lágrima que substitui o grito;
é sorrir, chorar, se solidarizar.


Ser Pastor
É viver momento de glória, aplausos de reconhecimentos,
é viver momentos de desprezo, de críticas, de esquecimentos;
e sentir a dor do espinho;
é ver escorrer o sangue e prosseguir na jornada.


Ser Pastor
É sentir o peso da responsabilidade;
é fazer da alegria alheia a sua própria felicidade;
é ouvir cada um em suas ansiedades e nem sempre ter alguém
para compartilhar suas necessidades.
É ser amigo, é ter o poder de influenciar uma multidão
e saber experimentar o gosto da solidão.


Ser Pastor
É não ter palavras em algumas situações;
é emprestar os ouvidos para desafogar corações;
é agir com doçura, com firmeza e até com dureza movido pelo amor.


Fonte: www.pointrhema.blogspot.com


Ontem, segundo domingo de Junho, foi comemorado o Dia do Pastor. Na igreja que pela mercê de Deus pastoreio não houve ninguém que lembrasse e me apertasse a mão. O que posso fazer? É hora de lavar o rosto, como José do Egito,
ou de comer algo e reanimar, como Davi,
ou de levantar e ir, como Abraão.

Ânimo! Deus não me esqueceu!
E se Deus não esquece, por que nos entristeceremos?

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sábado, 12 de junho de 2010

TSE retira do site da CBN texto de Arnaldo Jabour


O texto de Arnaldo Jabour reflete muito bem o estado de corrupção e miséria do governo atual. Leia e avalie:


A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE.
(ARNALDO JABOR - jornalista )


O que foi que nos aconteceu?

No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor,'explicáveis' demais.

Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas.

Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola.

A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira!!!!!!!

Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada!!!!!!!!

Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos!!!!
Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo !!!!!

Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz !!!!!

Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata!!! Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de 'povo', consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações 'falsas', sua condição de cúmplice e Comandante em 'vítima'!!!!!

E a população ignorante engole tudo.. Como é possível isso?
Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados - nos comunica o STF.

Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo.
Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito...
Está havendo uma desmoralização do pensamento.

Deprimo-me:

Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?'

A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.

A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais Aos fatos!!!!!

Pior: que os fatos não são nada - só valem as versões, as manipulações.

No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.

Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da república. São verdades cristalinas, com sol a Pino.

E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de 'gafe'.

Lulo-Petistas clamam: 'Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT ? Como ousaram ser honestos?'
Sempre que a verdade eclode, reagem.

Quando um juiz condena rápido, é chamado de exibicionista'. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de 'finesse' do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando....

Mas agora é diferente.

As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma neo-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte.

Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem , de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o Populismo e o simplismo.

Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em 'a favor' do povo e 'contra', recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o 'sim' e o 'não', teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição Mundo x Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.

Alguns otimistas dizem: 'Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de Verdades'!

Não deixe de repassar é o mínimo que podemos fazer diante de tanta corrupção!

Fonte: Blog do Pastor Cyro Mello

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Quando a Oração se Torna uma Batalha Espiritual




“ E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca desfalecer, dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava homem algum. Havia também naquela mesma cidade uma certa viúva e ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário. E, por algum tempo, não quis; mas, depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens, todavia, como está viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte e me importune muito. E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz. E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Quando, porém, vier o Filho do Homem, porventura, achará fé na terra?” (Lc 18. 1-8)


Introdução:

Esta parábola nos ensina o lado difícil da oração: o das perguntas não respondidas, dos apelos não atendidos, das súplicas não ouvidas, dos problemas não solucionados e o da fé aparentemente não correspondida. Isto, porque, nada fragiliza tanto uma pessoa do que a ausência de manifestação de Deus nas suas orações.

Sem dúvida, este é o lado mais conflitante da oração, o lado das dúvidas incessantes, das agonias amargurantes, das imaginações remediantes e das previsões impressionantes, em razão da demora, do “atraso” e do silêncio de Deus.

Ora, quem é que não duvida em tempo de perplexidade? Quem é que não se desespera diante de uma iminente tragédia? Quem é que não suspira todo tempo em meio a uma situação de desespero? Quem é que não deixa sua imaginação criar asas quando está sem saída? Quem é que não faz as suas previsões, no estilo Hollywood, para dar solução a uma situação traumática?

Todavia, Jesus nos alerta para a realidade de que a demora de Deus é aparente, já que Ele está sempre pronto a dar fim a nossa história de dor, desespero e sofrimento (Lc 18.7).

A semelhança da parábola do “amigo importuno”, que está dentro do contexto da oração do “Pai Nosso”, que nos revela a bondade de Deus e um Pai amoroso para com os seus filhos. A parábola do “juiz iniquo” está dentro do contexto da segunda vinda de Jesus, que será marcada por sinais de indiferença e apatia espiritual, como nos dias de Noé e de Ló (Lc 17.26-29), pelo fato de representar uma época bastante hostil e desesperadora para a Igreja, que se vê em uma situação de iminente perigo de ser vencida, em razão de suas expectativas e anseios não serem aparentemente correspondidos (Lc 18.8).

Orando Contra a Injustiça:

Nesta parábola, Jesus retrata a Igreja na imagem indefesa, frágil e discriminada de uma viúva – uma das figuras mais desfavorecidas do Novo Testamento.

Aquela viúva, não obstante ser vitimada por uma sociedade extremamente preconceituosa, luta sob a bandeira do tudo ou nada: Insiste, persiste, perturba, molesta, reivindica, vai para cima do juiz com decisão e determinação, à procura de ver o seu caso solucionado.

O cápitulo 8 de Apocalipse nos diz algo forte e extremamente revolucionário sobre o poder da oração. Nos versículos 1-5 “E, havendo aberto o sétimo selo, fez-se silêncio no céu quase por meia hora. E vi os sete anjos que estavam diante de Deus, e foram-lhes dadas sete trombetas. E veio outro anjo e pôs-se junto ao altar, tendo um incensário de ouro; e foi-lhe dado muito incenso, para o pôr com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que está diante do trono. E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos desde a mão do anjo até diante de Deus. E o anjo tomou o incensário, e o encheu do fogo do altar, e o lançou sobre a terra; e houve depois vozes, e trovões, e relâmpagos, e terremotos”. Aí se diz que as orações dos santos são elemento essencial nas grandes decisões da história.

O comportamento dessa indefesa viúva de reagir a todos os contrários e opostos de uma situação aparentemente impossível, apenas vem confirmar que o melhor remédio para dar fim a um estado de injustiça é orar decisiva e tenazmente para o seu fim.

É impressionante que o capitulo 8 de apocalipse nos diz que há poucas coisas mais eficazes para serem feitas a favor da história do que orar. E aqui diz que essas orações podem ser respondidas com a fisionomia daquilo que não parecem ser respostas de orações. Porque as orações dos santos não obtêm como respostas o revederjamento das florestas e dos campos; o nascimento das flores e o surgimento da paz na terra, mas aqui está dito que a resposta de Deus às orações dos santos são trovões, vozes, relâmpagos e terremotos que deflagram um processo de intensificação do juízo de Deus na história, acelerando o fim.

Orando Quando Não Há Respostas:

O mais difícil no exercício da oração é exatamente quando há ausência de manifestação divina contra ou a favor.

A viúva desta parábola não dava um instante sequer de trégua àquele juiz, e cada vez dilatava a possibilidade de ele lhe dizer sim. Para a protagonista desta parábola, somente o sim lhe servia como resposta. Para tanto, entregou-se inteira e completamente à esta luta.

Exatamente acontece o inverso conosco. Quase sempre nos apresentamos a Deus sem a santa ousadia do tudo ou nada; do vencer ou vencer. Aliás, somos profundamente cerimoniosos nessas questões. Rotineiramente, ajoelhamos, falamos algumas palavras da nossa cartilha de oração, levantamos, e tudo continua na mesma; nada muda. Parece até que a gente não faz a mínima questão de que as coisas aconteçam de forma diferente. A causa disto, muitas vezes, é o medo de não ser correspondido e de estar torcendo o braço de Deus. Mas orar no contexto do tudo ou nada não é orar no Oba! Oba! De um momento, mas é orar por causas absolutamente justas, entendendo que só a vitória serve nessas ocasiões.

Estamos ouvindo tanto a nossa voz na oração que não sabemos distinguir o que é a nossa voz e o que é a voz de Deus. Por isso, respostas duvidosas, incertas, aparentes, devem ser incisivamente rejeitadas como sendo de Deus. Não podemos ficar interpretando como sendo de Deus aquilo que faz parte da nossa imaginação, previsão e desejo. Não confundamos vontade de Deus com os nossos desejos. Deus é Deus e não precisa ser ajudado pelas nossas respostas fabricadas, forjadas, ajeitadas, decalcadas. A voz de Deus é incomparável, inconfundível, inigualável e inimitável.

A preocupação do Filho do Homem ao contar essa parábola, é com a real possibilidade da Igreja, premiada pela angustia e desespero da ultima hora, deixar de crer no futuro triunfo do reino de Deus. Razão por que faz a ponderação no fim da parábola: “Quando, porém, vier o Filho do Homem, achará fé na terra?”
Não se pode orar por menos do que isso: vencer ou vencer.

Os Desafios na Oração:

O próprio Jesus reconhece que orar em circunstâncias de pressão e dificuldade é extremamente desafiador.

A oração que configura como um desafio à nossa fé, tem sempre mais eficácia do que a comum, a do dia-a-dia. Aliás, parece que é assim que oramos bem (1Rs 18.36-39).

As palavras “...sem esmurecer” (v.1) significam literalmente “ceder ao mal” no sentido de acovardar-se, de perder o ânimo ou de comportar-se de maneira indevida. Ou seja: desanimar, desistir por causa do poder de um mal circundante.

Oramos muito e perseveramos pouco. Porque oramos sobre muita coisa de uma só vez e acabamos não tendo resposta de nenhuma das nossas orações. O que estou tentando dizer é simples: a perseverança na oração não é orar orando, mas é orar especificamente por uma situação até que ela seja resolvida.

Deus muitas vezes adia as respostas às nossas orações a fim de que nossos motivos sejam devidamente depurados. Outras vezes Deus demora a nos responder para que o nosso desejo seja intensificado, e assim a busca possa ser mais apaixonada. É possível que somente por meio de uma busca tão apaixonada assim é que a maldade do mundo possa ser vencida.

Pois a arma da paciência, acrescentada à fé, torna-se força irresistível.


Conclusão:

Podemos cobiçar respostas imediatas, fáceis e baratas, que nada tenham em si mesmas senão alguma vantagem ou conforto egoístico, quer para a mente, quer para o corpo. A vida, entretanto, é uma escola, e muitas lições de amor e de sofrimento precisam ser aprendidas ainda. O sofrimento torna a alma mais profunda, e o propósito central desta existência terrena é justamente aprofundar a alma. Talvez desejamos usar a oração como se fora a chamada “lâmpada de Aladim”, mas Deus estabeleceu outras regras para a resposta às nossas orações.

Não esqueçamos que o lar se torna mais querido quando a viagem de volta ao mesmo é mais longa e acidentada, assim também o resultado final da oração é mais precioso quando lutamos a fim de obtê-lo.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Avivamento a partir do Trono I

No mês de Junho de 2008 preguei essa série de mensagens em uma Campanha de Avivamento em nossa Igreja. Segue aqui a primeira parte dessa série de mensagens.

Parte 01


Parte 02


Parte 03


Parte 04


Parte 05


Parte 06


Parte 07
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